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sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Visita Noturna

quarto1

Um Dia Cheguei em casa tão cansada que tomei um banho e fui dormir.Eu tenho o sono muito pesado é difícil algo me acordar,mas alguma coisa no meio da noite me acordou. O Quarto estava muito frio,eu mal conseguia me mexer.Senti que alguma coisa se apoiava no meu travesseiro e se debruçava pra ver meu rosto. Eu podia sentir algo se aproximando do meu rosto, mas o meu medo era tanto que eu não me movia. Sentia uma coisa fria, um calafrio e seja o que for continuava ali, apoiado no meu travesseiro, fazendo com que minha cabeça se inclinasse pra trás. No dia seguinte perguntei a minha mãe e minha tia se foram elas, e elas me garantiram que não,  que nem levantaram a noite da cama. Na noite seguinte,aconteceu a mesma coisa, só que dessa vez, algo alisava meu colchão de cima a baixo, como se tivesse medo de me tocar. Na terceira noite, eu estava com muito medo mas tinha que ter coragem. Deitei e não dormi fiquei esperando, quando percebi os primeiros sinais, o quarto frio muito frio,apoiaram-se no meu colchão seja lá o que for puxou o meu lençol e eu estava tremendo muito mas não abria os olhos, senti algo no meu cabelo, como se fizesse carinho e me observasse, senti uma mão no meu ombro, e como um impulso gritei ''Mãe !!'' e na mesma hora, sufoquei, não conseguia respirar me virei e não havia nada no meu quarto, retomei o folego e o quarto reaqueceu, olho para janela e ela estava fechada e depois daquele dia nunca mais senti nada no meu quarto.

Relato da Gisele

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Fenômenos Estranhos

casa1

Fui vigilante da prefeitura de Uruguaiana por três anos e meio,nesse tempo tive várias experiências no prédio central e no museu,na central trabalhávamos entre dois e algumas noites éramos três,todas as noites ouvíamos pessoas descendo e subindo as escadas e quando íamos verificar não havia ninguém,as portas das salas todas fechadas,algumas vezes quando estávamos subindo as escadas,ouvíamos maquinas de escrever sendo usadas dentro dessas salas,os dois fatos mais "reais" que vimos foram uma noite quando voltamos de uma ronda no estacionamento,estávamos em dois pois um dos colegas havia saído para compra a nossa janta,quando voltávamos dobramos na direção dos banheiros para retornar a portaria principal pois esse caminho era o único,nesse momento a porta principal do banheiro fechou e a luz que deixávamos acessa a noite apagou,pensamos que era o colega brincando nesse momento tocou a campainha e o colega que estava comigo foi atender enquanto isso me dirigi ao banheiro para acender a luz e ver por que havia fechado a porta pois tínhamos deixado ela com um calço para não bater,logo que entrei escutei meus colegas correndo pois quem havia tocado era o colega que tinha saído e esqueceu a chave,entramos, verificamos o banheiro e nada encontramos e nem vento tinha pois era uma noite quente de dezembro.A outra foi quando estávamos sentados no pátio próximo a uma janela grande toda de vidro de repente a luz da sala acendeu por vários minutos e depois apagou voltou a acender e apagar por várias vezes cada vez que nos aproximávamos da porta,entramos verificamos e não havia ninguém de manhã pedimos que fosse feita uma revisão na rede elétrica da sala o resultado chegou logo a rede estava em perfeito estado nada que pudesse ocasionar esses fatos.

Relato do Carlos

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

O Homem de Preto – 3º Relato do Luciano

ghostpreto

Um certo dia, antes dos dois primeiros acontecimentos que postei, minha avó foi para casa de um dos meus tios aqui no Gama mesmo e ela estava com a Daiana, a casa possuía um galpão vazio emendado com um banheiro na frente... Um certo dia Daiana, ainda muito jovem (uns seis anos de idade na época) decidiu ir ao banheiro, mas o da casa estava ocupado, então ela decidiu usar o do galpão...ela foi lá sozinha...logo as pessoas que estavam na casa escutaram o grito dela e correram para ver o que tinha ocorrido, chegando no banheiro da loja, só Daiana estava lá sentada no vazo, tremula e pálida, realmente em pavor, ao perguntar a ela o que tinha acontecido, Daiana disse que tinha visto um homem de roupa preta e chapéu de cowboy... porem ninguém da casa acreditou nela mas ela não quis dormir lá de jeito algum. então minha vó e a mãe de Daiana a levaram para dormir na casa de minha avó, na qual aconteceu os outros fatos que contei aqui. Então foram dormir lá na minha avó, minha mãe, a mãe de Daiana, a Daiana, meu tio e minha própria avó. Todos estavam na sala com exceção de Daiana que já estava dormindo no quarto... Todos que estavam na sala viram uma bolinha de gude que saiu do quarto e rolou pela sala ate a cozinha. A mãe de Daiana achando que fosse a Daiana que jogou, foi no quarto verificar, entrando lá deu um grito e todos correram para ver o que havia acontecido, ela estava branca e tremula abraçada com Daiana e falou que ali havia um homem de preto e que possuía uma cara horrenda, bom ela não quis dormir lá, pegou a Daiana e foram embora para casa, claro nem minha avó ficou na casa esse dia.

Relato do Luciano

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Barulhos na Casa – 2º Relato do Luciano

piso

Minha prima e minha avó haviam acabado de chegar da rua e a casa estava sem ninguém, já era noite, elas entraram viram um pouco de TV e depois quando ficou tarde foram para o quarto e fecharam e trancaram a porta para se prepararem para dormir...
Porem elas começaram a escutar barulhos de cadeiras e mochila, aquelas de rodinhas, se moverem pela sala, com medo de ser alguém que entrou na casa para assaltar, ligaram de um celular para meu tio que também mora no Gama ir busca-las, pois estavam mesmo com muito medo... Elas ficaram trancadas no quarto escutando os barulhos de moveis arrastando ate meu tio chegar. Assim que meu tio chegou com a ajuda de outro tio meu, pularam o muro e arrombaram a porta entrando na casa, correram e foram no quarto buscar minha avó e prima que abriram a porta do quarto, ao ir na sala não havia ninguém ha mais na casa e os moveis estavam todos no lugar, mas havia uma coisa estranha... o chão da casa estava encerado e possuía varias marcas de rodinha e rastros da cadeira pelo chão, como se a mochila e as cadeiras realmente estivesse andado pela sala... logo trancaram a casa e todos foram dormir na casa do meu tio... pois não queriam passar a noite ali...

Relato do Luciano

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Visão de Cachorro – 3º Relato da Dannyzinha

ghost_dog_5 Quando eu era pequena, meu pai, minha mãe, eu e meu irmão morávamos na casa da minha vó com duas tias e um primo. Meu primo tinha um cachorro chamado Lester. Ele já o tinha ha muitos anos. Eu adorava brincar no quintal com esse cachorro.
Um dia, quando eu tinha, mais ou menos uns cinco anos, quando acordei e fui ao quintal brincar com o Lester o vi deitado, quando abri a porta, ele estava morto com um pouco de sangue escorrendo pela boca. Avisei a minha mãe que, em seguida deu a notícia ao restante das pessoas. Minha tia, então, com a ajuda de meu primo, colocou o cão dentro de um saco muito grande, e o pôs lá na frente da casa antes de levá-lo embora. Eu fui à frente da casa para olhar a rua, mas quando me virei para onde estava o cachorro ensacado, o vi, meio translúcido, correndo em direção da parede, onde desapareceu.
Nunca mais esqueci dessa visão!!

Relato da Dannyzinha

O Susto no Quarto

quarto

Uma vez minha minha mãe me contou uma historia da minha falecida avó... Na época minha mãe e seus irmãos ainda eram adolescentes e foram dormir no quarto com minha vó... em uma beliche estava minha mãe na parte de cima e meu tio na cama de baixo, em outra cama, minha avó dormia... a porta do quarto estava trancada e as luzes apagadas, estava muito escuro mesmo... porem meu tio escutou passos pelo quarto e já com muito medo sem ver nada cobriu todo o rosto com o cobertor e já apavorado sentiu perto dos pés, o colchão afundar um pouco como se alguém estivesse sentado perto dele, logo ele sentiu como se estivesse levantado novamente e em seguida escutou minha vó sufocando como se alguém estivesse enforcando-a, meu tio com muito medo e achando que fosse realmente alguém que houvesse entrado no quarto levantou e correu para acender a luz, mas a porta ainda estava trancada e não havia ninguém ha mais no quarto e minha avó estava acordada e assustada, pois algo realmente aconteceu..

Relato do Luciano

domingo, 14 de novembro de 2010

Aparição de Animal – 3º Relato da Christiane

cachorro "Minha mãe apanhou uma cadela vira-lata, de rua que estava em péssimas condições: tinha um câncer enorme que a estava matando. Minha mãe empenhou todos os esforços em salvar a cachorra que, por fim se restabeleceu completamente. Os anos se passaram e a cadela possuía verdadeira adoração pela minha mãe, até que em uma noite, o animalzinho faleceu por um ataque cardíaco. Dias depois, minha mãe lavando roupa e sentiu que algo se encostava em seu pé e virando para trás se deparou com a cachorra, que usualmente fazia isso quando viva. Minha mãe se assustou, porém, sabia que era mesmo a cadela que havia salvo e que lhe era tão grata. Com a pureza que só um animal pode ser."

Relato da Christiane – Santo André

A Criatura da Estrada

estrada1

Isso vem acontecendo há anos no interior de Sergipe , bom eu estou morando aqui em Sergipe há 4 anos mais especificamente na cidade de Porto da Folha e desde que cheguei aqui ouço muitos relatos estranhos , e um desses relatos me chama a atenção pois foram varias pessoas que me falaram quase que a mesma coisa , Porto da Folha e uma cidade ate grande em termos de área e sua região e basicamente rural , um senhor me passou o seguinte relato ,( já era de madrugada e eu acordei no meio da noite achei que o dia já ia amanhecer e então sai de casa para a fazenda que eu trabalho, da minha casa que fica na sede do município ate a fazenda e uns 10km e fui a pé como de costume, quando subi a serra ao passa por uma encruzilhada senti algo errado de repente vejo uma criatura em alta velocidade na estrada vindo em minha direção fiquei parado esperando o mesmo chegar mais perto e não é que a criatura pára bem em minha frente, era como se fosse um homem alto, uns 1.90 de altura, estava vestindo uma capa preta e com uma capacete de lata, nas pernas existia uma proteção de lata não dava para ver o rosto do mesmo, perguntei: ou passa você ou passa eu, o bicho veio em minha direção e me deu um empurrão que cai no chão, o impacto foi grande pois o mesmo tinha uma força descomunal, passou alguns minutos e me levante, lembrei que estava com uma faca e fui pra cima da criatura, entramos em luta corporal e não conseguia o atingir com a faca pois era como se estive se batendo em um homem de lata , o dia já estava raiando e o bicho saiu correndo e alta velocidade) , isso já escutei de algumas pessoas, eles acham de certa forma ate por simplicidade , que esse homem faz parte da maçonaria e os até o chamam de o maçom , outras falam que e um homem que fez pacto com o diabo , eu não sei e fica essa duvida no ar.

Relato do Jeferson

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

O Aviso

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Eu estava em casa, cuidando de meu filho pequeno. Comecei a sentir uma espécie de náusea, dor de cabeça e acreditei que estivesse ficando doente. Coloquei meu filho para dormir e aproveitei para tirar um cochilo. Antes, olhei no relógio: 18:30h. O mal estar transformou-se em um sentimento de tristeza, de inquietação. Liguei o rádio para me distrair mas logo em seguida, ele se desligou sozinho. Tão logo o rádio desligou, eu vi uma bola de luz que atravessou meu quarto, vinda da sala. Era do tamanho de uma bola de tênis e passou muito rápido. Eu me assustei bastante.

Algumas horas depois bateram na minha porta para avisarem que meu irmão havia falecido. Ele foi assassinado durante um assalto, exatamente às 18:30h.

Relato da Ruth

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Um Caso Estranho – 2º Relato da Dannyzinha

campinho

Essa história se passa na cidade de Colatina, ES.
Quando meu pai era pequeno, costumava jogar bola em um campo que ficava afastado de sua casa.
Em uma tarde, estavam meu pai e uns amigos jogando futebol neste campo, quando, com um chute muito forte, um doa amigos jogou a bola pra fora, perto de um matagal; meu pai se ofereceu para ir pegar a bola. Ao chegar próximo a este matagal meu pai estava procurando a bola, foi quando ouviu um barulho e chegou mais perto para verificar o que era....ele dera uma olhada para o outro lado, para ter certeza de que a bola não estava por ali, mas quando retornou seu olhar para onde estava vindo o barulho na mata, viu um ser muito estranho, e segundo ele, demoníaco. Não soube explicar o que era, não parecia com nenhum animal já visto, pois era uma mistura de algum bicho desconhecido com humano.
E a bola, e a partida de futebol? Meu pai deixou tudo pra trás e saiu correndo. Avisou aos seus amigos o que acontecera e todos assustados deixaram esse campo.

Relato da Dannyzinha -

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

O Jogo do Copo - 2º Relato da Adriana

copo

É o meu segundo relato aqui. Em toda a minha vida, ocorreram apenas 3 atividades paranormais comigo. A que eu vou contar agora é de uma brincadeira que eu fiz com uma amiga minha quando tínhamos 11 anos de idade. Minha amiga é espírita, assim como os pais dela e a avó. Como éramos melhores amigas de infância, naquela época, ela tentava me tornar espírita também, mas eu nunca me interessei, nunca acreditei em espíritos no nosso mundo, e além do mais, minha família é católica e eu a sigo. Eu estava na casa da avó dela, brincando de boneca, como sempre fazíamos, e ela teve a idéia de realizar a Brincadeira do Copo. Eu não sabia o que era aquilo, então, ela me explicou exatamente como fazia, as palavras a serem faladas no meio do ritual, e o que cada uma deveria fazer. Muito bem! Montamos as letras recortadas e em círculo, acendemos velas em volta e colocamos um copo virado para baixo no centro do círculo. Me lembro de cada detalhe a cada palavra a ser dita por nós. Minha amiga começou: "Espírito da sexta-feira, participe de nossa brincadeira!" Eu: "Dai a luz e nos receba!" Nós duas juntas: "Dai-nos um sinal!" Ao que acabamos de dizer as palavras, minha amiga perguntou qual seria a primeira letra do nome do grande amor da vida dela. Então, eu me adiantei e disse que queria saber o mesmo. Fechamos os olhos e colocamos o dedo de leve sobre o copo. Ficamos um bom tempo assim. Minha amiga sempre respeitou muito sua religião, e esperava com muita paciência. Eu a respeitei, no entanto, e também esperei. Respeitei tanto que não abri os olhos nem por um segundo, e também não apertei o dedo sobre o copo. Depois de quase meia hora esperando, senti o copo se mexer um pouquinho para o lado, como se estivesse sendo levemente puxado e afastado do meu dedo. Então, pensei na hora que era a minha amiga, fazendo alguma brincadeira comigo. Chamei pelo nome dela e abri os olhos, no mesmo segundo em que o copo se mexeu. Ela não estava lá. Estava na cozinha, havia ido pegar um copo de água e nem sequer tinha me avisado. Eu havia ficado lá, de olhos fechados, toda concentrada no copo. Eu fiquei assustada e dei um grito, fazendo ela ir correndo até o quarto. Perguntei se ela havia feito uma brincadeira de mau gosto, e por que ela havia saído de lá. Ela me disse que não queria interromper a brincadeira e que já iria voltar para o quarto. De início, ela não acreditou em mim que o copo havia se mexido sozinho, pensou que eu estava mentindo. Mas ao ver meu desespero na hora, ela também ficou apavorada logo. Então, resolvemos ver para que lado o copo se arrastou, e estava bem perto das letras M e N. Ficamos pensando bem no caso. Tínhamos 11 anos na época, e os garotos que conhecíamos não começavam com nenhuma dessas letras. Até hoje, quando converso com esta minha amiga, que também tem 21 anos, nós lembramos deste estranho fato de o copo ter se mexido e de como ficamos apavoradas naquela dia. Agora, o fato estranho que nos fez lembrar desta situação foi que, o namorado dela e o meu se chamam, respectivamente, Matheus e Marcelo. Mas este ano mesmo, acabamos nos separando, e nós duas estamos solteiras novamente. Mas que o fato foi estranho demais, foi!

Relato da Adriana – Piracicaba - SP

A Casa Fantasma – Parte 4 – O desfecho

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Passou-se muito tempo, até que o ambiente se acalmasse. Mesmo assim, não tínhamos "confiança" na própria casa. Na verdade, os acontecimentos estranhos não pararam, eles ficavam mais esparsos e amenos, mas continuavam a acontecer. Às vezes, de forma violenta e inesperada.

Minha mãe usava todas as formas de combater o que estava na nossa casa, tudo o que ensinavam, mas na maior parte das vezes só piorava. Parecia que irritava ao que estava lá e aquilo se vingava. Às vezes, apenas não nos deixava dormir, fazendo barulhos, fazendo aparecer névoas e sombras inexplicáveis. Outras vezes, era mais agressivo. Desta forma, minha mãe decidiu não fazer mais nada.

Mas, em uma determinada noite em que o namorado da minha mãe ficou em casa, dormindo no sofá, a coisa ficou muito pior. Ele mesmo havia sido vítima do que estava lá, mas parecia não ter tanto medo quanto a gente.  Começou com um ruído, enquanto estávamos na sala jogando baralho. Como se fosse um copo caindo no chão. Não encontramos nada que fosse a causa do barulho, assim, quase em seguida fomos deitar. Deixei a porta do meu quarto aberta e vi, pelo canto dos olhos, alguma coisa se deslocando pelo corredor. Uma espécie de sombra. Fiquei atento e me assustei quando o meu futuro padrasto gritou na sala. Corremos para lá e o homem estava pálido. Disse que vira um homem parado diante do arco que levava à escada. O "homem" estava aparentemente irado e avançara na direção dele. Sumira logo depois.

Dois dias depois, a amiga da minha mãe voltou à nossa casa, trazendo um amigo que era sensitivo como ela, mas mais experiente. Esse médium se concentrou e disse logo de cara: "- Quem é Jonas?" A gente nem sabia o que dizer; Jonas era o nome do meu falecido pai. Ele falou que havia, como a amiga da minha mãe tinha dito, um espírito que se alojara na casa, um antigo proprietário. Mas a figura que tinha avançado para o namorado da minha mãe era esse Jonas. Infelizmente, a descrição que meu futuro padrasto havia dado para o tal homem, correspondia com a figura do meu pai. O médium pediu que a gente rezasse, fez uma espécie de defumação na casa e voltou por dias a fio, fazendo uma "benção". 

As coisas, em casa, a partir daí melhoraram. Mas, volta e meia, acontecia algo de estranho. Nada comparado ao que acontecera antes. Acabamos mudando de lá, para um lugar diferente e nunca mais ocorreu nada de anormal na minha família. Apenas, restou-nos uma espécie de receio e o desejo de que meu pai, estivesse onde estivesse, ficasse em paz.

Relato do Henry.

domingo, 7 de novembro de 2010

O Cavaleiro

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Isso aconteceu com minha tia. Quando ela era pequena, morava na cidade de Conceição do Mato Dentro em Minas Gerais. Ela conta que brincava de narrar jogo de futebol na rua, já tarde, deveriam ser umas 23h e tanto ou quase meia noite. Uma parente dela viu a bagunça de minha tia, que estava sentada na janela de casa, e a de suas amigas na rua, e, então, sua parente disse: "Pare de incomodar quem quer descansar." Ou seja ela estava falando das almas. Minha tia e suas amigas não deram importância. Foi quando a minha tia olhou para o poste em frente e viu um cavalo enorme branco e nele montado um homem, que era tão alto quanto o cavalo, e que sua cabeça ultrapassava as nuvens não dando para ver o rosto. Minha tia caiu para trás tentando olhar lá no alto.
Depois disso, diz minha tia, que ela e suas amigas nunca mais desobedeceram e ficaram na rua até tarde!!
Essa cidade é cheia de histórias interessantes.

Relato da Dannyzinha.

sábado, 6 de novembro de 2010

A Casa Fantasma – Parte 3

 

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Estávamos todos apavorados com o que vinha acontecendo em nossa casa. Minha mãe, soubemos muito tempo depois, havia tido a mesma experiência que meu irmão, assim como, havia visto uma sombra negra em seu quarto. Ela tinha uma amiga que era sensitiva, médium e resolveu chama-lá para que viesse à nossa casa.

A amiga da minha mãe disse que a nossa casa havia pertencido a uma família, na qual o chefe de família era alguém muito maldoso. Era uma pessoa que maltratava, inclusive, a própria família. Além disso, era uma pessoa muito materialista e apegado à casa. Assim, era ela quem estava na nossa casa em espírito e seu desejo era nos mandar embora. Ela fez uma espécie de ritual para manda-ló embora, mas nada adiantou. Na verdade, a coisa piorou.

Começamos a encontrar objetos quebrados quase todos os dias, inclusive os que ficavam guardados em gavetas e armários onde ninguém havia mexido. Os barulhos, pancadas e ruídos começaram a acontecer toda noite e fim de tarde. Os "grunhidos" inexplicáveis também eram freqüentes e cada vez mais assustadores. Não sabíamos mais o que fazer.

Outra coisa que percebemos ter uma relação com os fenômenos paranormais é que cada vez era um de nós que caía doente em casa. Minha mãe começou a cogitar a idéia de nos mudarmos. Mas, não havia dinheiro para que pudéssemos fazer isso.

Eu mesmo, nem de dia ficava em casa. Também, não comentava com ninguém o que acontecia em casa. Tinha receio de que julgassem a mim e à minha família. Era uma pressão terrível sobre todos nós.

Aguarde a continuação.

Relato do Henry.

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

A Casa Fantasma – Parte 2

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Depois da experiência traumática do meu irmão e a minha própria, por uns dias as coisas ficaram calmas. Contudo, depois de uns dez dias, eu estava sozinho em casa, fazendo um trabalho de escola na mesa da sala e vi passar para o corredor um vulto. Levantei da cadeira com medo e fui até lá. Não havia nada. Entrei no meu quarto e nada. Logo que verifiquei que no quarto da minha mãe também não havia nada, ouvi uma série de barulhos vindos da sala onde eu estivera antes. Barulho de coisas caindo. Corri para lá e vi que tudo o que estava em cima da mesa estava espalhado na mesa, diferente do que eu havia deixado. Os bibelôs da estante estavam todos no chão, alguns quebrados. Fiquei do lado de fora até meu irmão chegar, estava muito amedrontado.

Na mesma noite, estávamos todos dormindo e fomos despertados por um ranger de madeira. Foi alto o suficiente para que todos acordássemos. Mas nada descobrimos que identificasse de onde vinha o barulho. Deitamos de novo. De repente, meu irmão gritou. Ele explicou (depois que o acalmamos) que sentira mãos tocarem suas costas e fazerem pressão. Ele não estava dormindo no momento em que aconteceu e, quando sentiu a pressão nas costas, se virou e viu uma sombra escura em cima dele, como uma nuvem negra. 

Juntamos todos os colchões na sala. Eu, minha mãe e meu irmão estávamos apavorados.

Relato do Henry

domingo, 31 de outubro de 2010

A Casa Fantasma - Parte 1

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Essa experiência que tive nesta casa que morei foi algo que durou muito tempo até que ficasse esclarecida. Assim como a história é longa e em muito colaborou para aumentar meu interesse no paranormal, decidi contar aos leitores deste blog em partes. Essa, então, é a primeira parte:

Eu morava com minha mãe e irmão (meu pai já era falecido) e graças a mudança de emprego da minha mãe, tivemos que nos mudar do local onde havia morado desde que nasci. Fomos para outra cidade, bem menor que a que morávamos e ocupamos uma casa nova e bacana. Na mesma semana que mudamos, já aconteceu alguma coisa de diferente. Estava deitado para dormir, e ouvi a porta do quarto abrir. Fiquei de olhos fechados, esperando pelo abraço que minha mãe me dava toda noite quando chegava do trabalho. Senti que sentaram na cama ao meu lado, como também um toque no meu ombro, como se uma mão me tocasse com relativo peso. Abri meus olhos e não havia ninguém no quarto. 

Na outra semana, meu irmão que havia arrumado um bico trabalhando em uma lanchonete, chegou em casa mais cedo e, passando pelo corredor defronte a porta da cozinha, ouviu ruídos lá que calculou ser minha mãe que chegara mais cedo. Entrou no banheiro a fim de tomar banho e continuou conversando com a "minha mãe" que, a ele parecia estar trabalhando na cozinha. Percebeu que ela respondia, mas ele não escutava. Gritou do banheiro que não escutava e ouviu uma espécie de grunhido vindo da cozinha. Colocou a cabeça para fora do banheiro e falou: 

- Mãe??? 

O mesmo grunhido. Aí ele ficou com medo. Teve certeza de que não era a minha mãe. Ele se trancou no banheiro e ouviu o mesmo murmúrio do lado de fora no corredor. Ficou lá trancado até a hora em que chegamos eu e minha mãe. Daí ele comentou conosco o que estava acontecendo.Ele estava apavorado.  Eu me senti também mais a vontade de comentar o que tinha ocorrido. Minha mãe já havia tido uma experiência sobrenatural na casa, mas para não nos assustar ainda mais ficou quieta.

Continua no próximo post do Henry...

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

O Fantasma do Carro – 4º Relato do Júlio César

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Eu estava com uma amiga indo de uma cidade a outra, levando-a para visitar parentes. Saímos além do horário previsto, ou seja, quando pegamos a estrada já era madrugada. Ela havia trabalhado o dia inteiro e estando muito cansada, resolveu cochilar um pouco. Eu fui dirigindo e percebi em algumas vezes, que ela estava agitada, mas creditei ao desconforto do banco do passageiro. Comecei a sentir um pouco de frio, apesar de estar bem quente o clima naquele dia. Resolvi pegar uma blusa que mantinha no porta-malas do carro e assim, parei no acostamento. Desci, apanhei a blusa e voltei ao carro. Foi quando olhei no retrovisor, com a finalidade de ver se podia retornar à estrada. Vi, sentado atrás da minha amiga um senhor de cabelos grisalhos, magro. Uma das mãos dele estava em cima do encosto de cabeça do banco dela. Virei para trás e o homem sumira, conferi no retrovisor e nada. No mesmo momento, ela acordou sobressaltada. Assustamos ambos.

Comentei com ela o que havia acontecido, já que ela é espiritualista. Ela reclamou do frio, como eu havia sentido. Momentos depois, a sensação de frio também desaparecera. Chegando à cidade de destino e à casa de seus familiares, percebemos que algo não estava bem. Mesmo sendo de madrugada, havia muita gente defronte a casa. Ficamos sabendo, então, que o tio dela havia sofrido um acidente vascular cerebral e infelizmente, falecido. Creio que você sabe qual era a aparência do tio dela, correto?

Relato de Júlio César – Assis - SP

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Fantasma na janela

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Olá!!! A alguns anos atrás, estava fazendo café pela manhã e passou em frente à janela uma pessoa, que eu achei que fosse meu ex-cunhado, virou, fez sinal de positivo e eu fui abrir a porta, mas não havia ninguém , nem rastros, pois havia garoado e geralmente ficam marcas quando alguém anda sobre ela.Na hora do almoço perguntei se ele havia estado em minha casa e ele disse que não, inclusive estava com uma roupa diferente da pessoa q eu havia visto. Esse foi um dos casos, inclusive aconteceu tambem com fotos. Abraço

Relato de Maria Helena.

O Estranho Fantasma – 6º Relato da Vanessa

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Eu estava casada novamente e morando em uma das casas no quintal do meu sogro, eu trabalhava em festas então nos fins de semana viajava sempre e sempre chegava cansada. Naquele quintal havia algumas casas e eu morava na casa onde o avô de meu esposo morreu, meu quarto tinha sido o quarto dele, mas isso não me espantava em nada. Em um sábado de madrugada eu retornei cedo de uma das festas resolvi então ir embora e me deitar para dormir pois sempre ficava 24 horas trabalhando e esta era uma oportunidade para que eu descansasse. Entrei, tomei um banho apaguei as luzes e me deitei com um alivio total, quando eu começava a adormecer ouvi a porta da cozinha abrir e uns chinelos se arrastarem para dentro, bem pensei que fosse meu sogro bêbado como sempre vindo me incomodar, já estava disposta a mandá-lo sair sem nenhuma cerimônia, mas a pessoa continuava a arrastar os chinelos e andava em círculos na minha cozinha e não ouvi a porta se fechar, também não sentir o vento entrar sinal que ela estava fechada. Comecei a prestar atenção após isso e ouvi que parou de andar em círculos indo então direto para o quarto onde eu estava, parou na porta, ai achei que fosse meu marido que sempre encostava na porta e dizia "cheguei meu amor", mas não era ele porque não disse nada e não encostou na porta relaxando o corpo, entrou dentro do quarto seguiu reto ate a parede, parou, virou-se para mim e chegou próximo olhando-me fixamente, estava totalmente escuro mas eu sentia seus olhos nos meus pois eu es estava sentada na cama o examinando a muito tempo, neste momento eu senti que não era uma visita comum, eu estava cansada mais tão cansada que bufei, deitei, me cobri, olhei novamente para ele e disse "vai embora daqui, hoje eu não vou falar com você estou cansada e quero dormir, lá nos fundos tem uma casa você sabe quem está lá, então assombre eles e não eu, boa noite!". Eu me virei de costa e apaguei em um sono profundo que nem eu me lembro como foi tão rápido o que não era normal também. Na manhã minha sogra estava assustada e ao me ver sair para trabalhar me contou que naquela madrugada tinha uma pessoa andando pela varanda dela e mexendo na porta da cozinha para abrir, ela se levantou e não era ninguém mas depois escutou passos de chinelo andando na cozinha de novo e não era o marido dela. Bem pela forma da sombra eu sei que era o avô de meu marido o pai do meu sogro e ele arrastava o chinelo quando andava antes de cair doente e falecer. Só não achei que ele realmente estava ali para falar comigo e nem que iria assustar a família dos fundos, nessa aprendi a não mandar espíritos fazer coisas que eles provavelmente adoram fazer.

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Aparição no Apartamento

fantasmajanela A moça namorava um rapaz da alta sociedade de Curitiba. Esse rapaz morava com a irmã num apartamento do 16º andar. As famílias eram rivais e a mãe da moça não queria o namoro.
Numa discussão com a mãe por telefone, a moça que estava no apartamento, foi até a janela e se atirou para a morte. Isso foi noticiário aqui.
Pois bem, o rapaz e a irmã resolveram voltar a morar com os pais, mas antes disso tiraram algumas fotos do apartamento e em especial da filha de 3 anos da irmã do rapaz.
Quando as fotos foram reveladas, ficaram dois meses com ela até encontrar um amigo meu que era estudioso dos fenômenos paranormais.
Ele veio falar comigo se eu poderia ajudar, com as fotos nas mãos. Em duas delas aparecia a menina de 3 anos ao lado de um televisão que estava desligada na ocasião das fotos. Mas nas fotos aparecia o rosto da jovem que se matou, OLHANDO para a menina (essa moça gostava muito dessa menina). Duas fotos, dois ângulos diferentes e a "moça" estava olhando para a menina.
Meu amigo mandou fazer testes com as fotos e não eram montagens e de fato, comparando com as fotos da moça suicida, eram a mesma pessoa.
Outros fatos: a menina reclamava com a mãe, agora morando numa mansão, que não conseguia dormir, já que a "tia" (apelido para a moça suicida) ficava a noite toda sentada na cama e chorando. Outras ocasiões, ela dava tchauzinho para a "tia" que estava na janela. Ninguém via nada.
Resumindo: depois de muitas negociações, pois a família tinha medo de coisas estranhas, fizemos o transporte da moça suicida, com a prerrogativa que a menina não presenciasse o fato, sequer estivesse em casa e não fosse comentado nada com ela.
Ah, os moradores da casa, pais e empregados, ouviam barulhos estranhos a noite antes da desobsessão.
Após o trabalho, a menina, a partir do dia seguinte, nunca mais tocou no assunto.
O que me impressionou neste fato, foram as impressões deixadas nas fotos.

Relato de Swami – Curitiba - PR

Socorro na Estrada – 5º Relato da Cristina

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Essa história foi contada por uma amiga a qual viveu uma experiência incrível. Ela vinha tarde da noite pela estrada, quando a frente avistou uma mulher desesperada que praticamente se jogou na frente do carro, seu impulso inicial foi de desviar o carro e seguir enfrente, por medo de ser algum truque de bandidos. Mas algo a fez parar, a mulher desesperada, gritava muito dizendo que o carro tinha caído na ribanceira, na hora essa amiga saiu do carro e seguiu a moça até o topo do morro, e pode verificar que havia um carro tombado preso em uma ponte velha, quase de ponta cabeça, as lanternas ainda acesas, só avistou que havia pessoas dentro do carro, não pensou duas vezes, desceu com cuidado até chegar ao carro. Quando chegou mais perto avistou um bebê dentro do cestinho, já meio virado, mas quase sufocando, e de pronto momento soltou o cinto e liberou a criança, quando de repente viu o corpo de uma pessoa ao volante com a cabeça tombada, ajeitou o bebê e se voltou para ajudar, mas quando ergueu o rosto da pessoa, era uma mulher, estava muito machucada e sangrava muito, infelizmente já estava morta, e notou para seu espanto que era a mesma mulher que havia pedido socorro, pegou o bebê e correu para o carro para pedir ajuda e o resgate, a criança nada sofreu, graças a ela ter chegado rápido, quando familiares chegaram, a agradeceram muito e ela descobriu que a mulher que estava no volante era a mãe do bebê. Com este relato podemos nitidamente observar que o Amor é o sentimento mais puro e verdadeiro que existe, resistindo até a Morte

Relato da Cristina – Santo André - SP

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Salva pelo fenômeno paranormal

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Eu havia brigado com meu ex e fui até a casa de uma amiga a fim de esfriar minha cabeça, não queria voltar pra casa, nem dar de cara com meu ex então dormiria nesta amiga. Só que quase meia noite, meu ex apareceu na casa dessa amiga, fazendo o maior barraco, ameaçando me matar e tudo mais. Eu envergonhada pelo escândalo na frente da casa da minha amiga resolvi sair pra conversar com ele, ele estava dentro do carro e apenas me disse pra entrar e ir embora, eu disse que não iria e pedi para ele ir embora, ele disse que se eu não fosse ele me mataria. Pois meu ex deu uma ré com o carro, engatou a 1ª e foi com tudo pra passar com o carro por cima de mim, só que nesse momento o carro simplesmente apagou todo, não acendia uma luz, não dava partida, não tinha um sinal de vida o carro, era como se não tivesse mais a parte elétrica, e isso na frente da minha amiga e dos vizinhos curiosos pelo escândalo. Meu ex entrou em desespero e começou a gritar pra eu tirar a macumba do carro dele. Bom vocês já podem imaginar que quanto ao ex a policia deu jeito, e quanto ao que aconteceu naquela hora, fiquei sabendo que um "amigo espiritual" sugou a energia da bateria do carro pra que o carro desligasse. Acreditem ou não essa história nunca mais sairá da minha cabeça.

Relato de Nil – São Bernardo do Campo - SP

Assombração de Criança – 2º Relato de Sara

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Quando eu fui dormir,eu senti que alguém me vigiava,levantei e percebi que não tinha nada,fui tentar dormir de novo e escutei debaixo da minha cama risadas de crianças,olhei e não tinha nada de manhã eu levantei,fui no banheiro,quando voltei a minha cama estava toda bagunçada,coberta no chão,travesseiro caindo achei estranho e coloquei de volta no lugar fui pra cozinha e novamente ouvi as crianças e senti algo abraçando minhas pernas,ficou mais sinistro quando isso falou comigo que eu me lembre foi assim -por favor nos ajude, daí depois de uma hora não ouvi mais nada e não senti nada.

Relato de Sara

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

O Espectro – 5º Relato do Kesley

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Olá de novo pessoal. Faz um certo tempo que isso aconteceu, eu estava dormindo quando escutei um barulho vindo da garagem. Por instinto eu me levantei e fui olhar qual o motivo do barulho, não sei porque eu fiz isso pois qualquer barulho que eu ouço eu já fico alerta, quando eu abri o porta da garagem eu vi um espectro todo de preto. Eu falei: - O que você quer aqui?. Ele então levantou a mão em minha direção e eu fui jogado para atrás. Comecei a empurrar meu corpo pois que não conseguia levantar e quando ele chegou bem perto tudo mudou, dessa vez eu estava sentado em uma cadeira bem na porta da garagem e o espectro conversava comigo mas não me lembro de absolutamente nada. Acordei com um sobressalto da cama com o barulho do meu despertador. Quando cheguei em casa, contei o ocorrido para minha mãe que ficou pasma e me disse que ELE estava tentando voltar e que eu não podia permitir isso. MEDO.

Relato do Kesley

O Filme e a Foto – 4º Relato do Kesley

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Não muito a ver com algo sobrenatural mas na época eu achei meio estranho ter acontecido. Eu, minha mãe e meu pai estávamos assistindo O Exorcismo de Emily Rose (ótimo filme por sinal assistam), bem, estava tudo indo bem até uma parte que ela da um susto do nada e a foto da minha tia que estava presa em um álbum cai, eu achei estranho mas minha mãe simplesmente recolocou a foto no lugar. Como o filme era alugado e ia ser devolvido no outro dia resolvi assisti-lo novamente e dessa vez sozinho, é ai que fica estranho, na mesma parte do filme a foto da minha tia caiu de novo e eu fiquei olhando aquela cena da foto caindo como se ela estivesse acontecendo em câmera lenta. Contei para minha mãe que também achou estranho mas devolvemos o filme normalmente te. Viu? eu disse que não tinha nada a ver.

Relato do Kesley

O Feitiço

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Eu tinha 9 anos,e nos mudamos pra uma casa muito antiga, aparentemente em bom estado, e a mais bonita da rua, mesmo sendo antiga.Eu achava muito sinistra, as janelas, as portas eram muito grande, mas as paredes não eram juntas ao teto de telha. Assim que nos mudamos, minha tia foi com a gente pra ajudar a arrumar a casa e colocar as coisas no lugar. Nos fundos havia um quintal gigantesco com 4 arvores enormes, eu e meu primo de 6 anos fomos brincar na varanda que dava acesso a esse quintal, tinha uma rampa com um portão de madeira, fazia uma barulho muito estranho. Começamos a brincar, e ouvimos uns barulhos estranhos no quintal, ai olhamos da varanda aonde estávamos que era como uma sacada, vimos que tinha alguém atrás do poço, ficamos com tanto medo que nos escondemos, o barulho aumentou e foi seguido de passos, como salto alto, abriu o portão, e vimos, que era uma mulher muito feia. Começamos a correr e como era muito grande, corremos muito, quando chegamos em casa contamos pras nossas tias e ele pra mãe dele. Bom, até parece que iriam acreditar em 2 crianças, resolvemos voltar pra buscar os brinquedos mas não vimos nada. Havia um homem, muito solitário que morava na casa colada a minha, todos diziam que ele era louco, ouvíamos ele ter crises e a irmã dele cuidava dele, ela dizia que ele tinha ficado assim por um feitiço de uma mulher que foi namorada dele, da qual ele largou. As vezes era insuportável as noites, ele gritava, quebrava tudo, gritava algo como isso ''eu tinha, eu tinha, eu tinha ela em minhas mãos'' eu era pequena não entendia por que ele sofria tanto. Naquela casa eu tinha pesadelos horríveis, uma vez teve uma terrível tempestade e eu acordei sozinha no quarto, como se algo me prendesse a cama. Passou uns dias e eu e meu primo a vimos de novo, dessa vez ela não veio atrás da gente simplesmente ficou olhando e apontando pra arvore. Minha vó resolveu cortar as arvores, no fim colocamos fogo nos galhos, só que quase terminou em um acidente. Depois de um tempo descobri que a mulher que tinha jogado o feitiço morava na casa em que eu estava e que tinha morrido sem retirar o feitiço.

Relato da Gisele

Mulher do Espelho Ou Lenda?

espelho Um dia estava tendo uma festa em casa, um churrasco e eu mais minhas duas amigas e minha irmã fomos ate o banheiro e fizemos a lenda de uma mulher do espelho(que eu não me lembro qual era). Minha colega repetiu 3 vezes o nome da mulher na frente do espelho e, no dia seguinte, ela me ligou dizendo que um espelhinho dela quebrou em 3 partes. A partir desse dia vejo algo como uma menina de cabelos compridos e vestido branco passando pelo corredor, em todos os cômodos que tem banheiros.

Relato da Amanda

sábado, 23 de outubro de 2010

O Homem do Espelho

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Era dia das mãe e eu estava no quarto sentada no chão em cima de um edredom, pois estava arrumando o meu cabelo que íamos sair para almoçar. Numa certa hora vi refletida no espelho a imagem de um homem que estava olhando pela porta. O meu reflexo foi olhar trás para ver se tinha alguém lá, mas não havia ninguém. Depois fiquei pensando quem poderia ser e cheguei a conclusão que quem eu vi no espelho era meu avô que havia falecido fazia pouco tempo.

Relato da Raquel – São Paulo - SP

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

O Quarto Assombrado - 3º Relato do Júlio César

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Namorava uma garota de uma outra cidade e ia para lá com relativa freqüência, ou seja, quase todos finais de semana. Normalmente ficava hospedado na casa dos pais dela, ocupando um quarto que ficava do lado de fora da casa, em uma edícula. Resolvi ir deitar, naquele dia, pouco de pois da meia-noite. Logo que entrei no quarto, senti um cheiro como o de mofo. Sabia que o quarto, como era de costume, passara o dia aberto. Mas dei pouca importância ao fato, deitei e dormi. Fui despertado subitamente por um barulho, dentro do quarto. Como se fosse o arrastar de chinelos ou sapatos. E o cheiro de mofo ficou muito mais forte neste momento, quase sufocante. Sentei na cama e olhei pela janela que era coberta por uma cortina de renda transparente. Do lado de fora, havia uma mulher idosa, negra, e ela me observava com cara de poucos amigos. Levantei da cama em um salto e abri a porta, olhando na direção onde ela estava e não havia mais nada. Mesmo o cheiro havia desaparecido. 

Outras experiências ocorreram neste quarto em dias diferentes, como as luzes que se acendiam ou apagavam sem que ninguém tocasse o interruptor. Barulhos de passos também pude ouvir em outras ocasiões. O cheiro de mofo voltou outras vezes, mas nunca mais vi a senhora. 

Comentando o fato com a moça que namorava, soube que muitas pessoas relatavam ter tido experiências semelhantes às minhas naquele quarto.

Relato do Júlio Cesar – Assis - SP

A Sombra do Quarto

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Eu tinha 8 anos quando isto aconteceu comigo. Venho de uma família católica, não acreditamos em espíritos, sempre buscamos uma explicação científica para as coisas estranhas que ocorrem, mas desta vez, não houve como explicar. Eu estava dormindo em meu quarto (eu sempre dormi sozinha), e era acostumada a levantar bem cedo, quando a minha tia chegava em casa para cuidar do meu irmão, que era bebê na época, enquanto meus pais iam trabalhar. Mais ou menos umas três e meia da madrugada, eu despertei do nada. Abri os olhos e me virei para o lado do guarda roupas. De repente senti uma mão me tocando, me acariciando sobre o lençol que me cobria. No exato momento, pensei ser a minha tia que já havia chegado para olhar o meu irmão. Então, ainda olhando para o guarda roupas, eu disse: - Ah, tia... não quero acordar agora, tô com muito sono... Mas a pessoa continuou me acariciando na cama, sem responder nada. Então, ainda com os olhos no guarda roupas, eu falei mais uma vez que estava muito sonolenta para me levantar. E nada. Continuou me acariciando. Vendo que ela não me respondia, me virei para o lado para falar com ela, e então vi que não era minha tia. Era uma sombra! Não dava para ver o rosto da pessoa, mas dava para ver o formato de um ser humano, mas simplesmente era uma sombra!! No momento em que a sombra percebeu meu olhar fitando-a, ela saltou de imediato, como se levasse um susto, e foi andando de costas para o canto do meu quarto, como se eu fosse fazer algum mal a ela. Eu me levantei da cama, SEM MEDO ALGUM, o que me surpreendeu depois, e caminhei até ela, devagarinho. Ela se encolhia no canto do quarto cada vez mais, como se morresse de medo de mim. Então, eu estendi o braço e disse: "Ei!" Neste exato momento, a sombra abriu pareceu apavorada e saiu correndo do meu quarto, indo na direção do quarto ao lado, que não havia ninguém. Eu podia ver os pés dela correndo, em sombra também, até mesmo o barulho que ele fez correndo, pisando no chão. Naquela hora exata, eu acendi a luz do meu quarto e botei a cabeça pra fora, espiando o quarto ao lado, e não havia ninguém lá. Então, eu fui no quarto dos meus pais, acordei eles e disse que havia entrado alguém no meu quarto. Minha mãe se levantou de imediato, assim como meu pai, e interfonaram para o porteiro do prédio, perguntando se havia entrado alguém lá, naquela hora. O porteiro negou, nos dando a conclusão de que era impossível alguém ter entrado em casa naquela hora. Meus pais me perguntaram como era a pessoa, e quando eu disse que era uma sombra, eles riram e voltaram a se deitar, me dizendo que eu tive um pesadelo. Como eu já disse, minha família é católica, e ainda assim, não acreditam em muita coisa até mesmo do catolicismo. Espíritos não passam pela cabeça deles. Simplesmente não existem. Mas eu me lembro muito bem do que aconteceu, nunca vou me esquecer. Pelo fato de eu ter sido uma criança ainda, talvez não acreditassem em mim. Mas acontece que é verdade! Me lembro de cada detalhe do que houve, da sombra me tocando e eu dizendo que não queria levantar. Eu estava em pé, acordada, quando ela saiu correndo! Não era só um vulto, era uma sombra humana muito bem visível. Infelizmente não dava para ver o rosto, era tudo bem escuro. O fato é que duas coisas me pareceram bem estranhas naquele dia: Eu, uma criança de 8 anos, NÃO senti medo algum daquela sombra! Creio que qualquer criança normal que se depare com aquilo em seu quarto, a acariciando, levaria o maior susto e correria aos berros para o quarto dos pais; E não sei o motivo da sombra ter ficado apavorada quando eu me levantei da cama e fui até ela, encolhida no quarto. Por que teria medo de mim? E depois sair correndo? Enfim, obrigada pela atenção, agradeço a todos.

Relato da Adriana

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

O Cachorro - 2º Relato do Júlio César

 

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Este meu relato é um pouco diferente dos demais, mas, até por ser tão diverso, resolvi compartilhar com os leitores.

Estava trabalhando em uma fazenda (sou veterinário) e um cão foi atropelado por um trator. O dono da fazenda (e do cão) pediu que eu cuidasse do animal. Logo percebi que o animal encontrava-se em péssimas condições e provavelmente morreria, mas a expectativa do homem era tanta que eu salvasse seu cachorro, que eu não tive outra escolha senão levá-lo para a cidade. Eu não possuía exatamente um consultório, mas possuía recursos que, pelo menos, representariam uma tentativa. Removi o animal e fiz tudo o que pude por ele. Coloquei-o em observação e decidi descansar um pouco. Quando estava quase cochilando, naquele estado entre o sono e o despertar, vi ao lado da minha cama o tal cachorro. Estendi a mão para ele, que a lambeu amistosamente. Repentinamente, minha mente meio amortecida de sono se deu conta de que o animal, por suas condições, não poderia estar ali. Imediatamente, a imagem dele desapareceu. Corri até a sala ao lado, onde ele estava, e infelizmente certifiquei que ele havia morrido.

Não sei ao certo se foi uma ilusão pregada pelo meu cansaço, mas preferi acreditar que era um agradecimento.

Relato de Júlio César - Assis - SP

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Aparição da Menina

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Eu trabalhava em uma fazenda, a uns 6 km da cidade. Para se chegar a este local, era necessário entrar em uma estrada de terra esburacada em que o carro ia bem devagar. Passei mais tempo lá do que previ a princípio, assim, quando saí já era noite. Fui seguindo na estrada bem devagar já que, para piorar as coisas tinha chovido a tarde. Quando já tinha seguido por uns 15 min, reparei ao lado da estrada uma menina de uns oito anos, parada perto de uma árvore. Eu continuei e ela foi me seguindo com o olhar. Pensei que se tratava de uma moradora do local.  Continuei e então realmente me assustei.Próximo a uma cerca, lá estava a menina de novo. Mesmo que eu fosse devagar, jamais ela teria chegado ali em tão pouco tempo. O problema é que eu tinha que ir devagar, pelas condições ruins da estrada. Passei por ela me olhando de novo. Assim que ultrapassei o local onde estava, olhei pelo retrovisor... E não havia nada! Ela sumira. 

Tentei ir o mais rápido possível e cheguei na cidade em tempo recorde. Quando apanhei minha maleta, verifiquei que tudo que havia nela havia sido revirado. Havia instrumentos quebrados, vidros, tudo na mais completa desordem. O interessante é que tudo naquela maleta era preso por elásticos e velcros. Nada ia solto. Mas, nada estava no lugar, como se alguém tivesse revirado ou mexido nos objetos.

Relato de Júlio César - Assis - S.P.

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

A Proteção – 3º Relato do Kesley

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Não lembro quantos anos eu tinha quando aconteceu. Acordei durante a noite, sentido que havia alguém perto de mim, quando abri os olhos, percebi que tinha algo me cobrindo, na verdade, me prendendo no meu próprio cobertor, comecei a ficar com falta de ar enquanto aquilo que me prendeu simplesmente ia embora. Quando consegui me soltar tentei me levantar para ver o que tinha acabado de acontecer e uma voz meio grossa e muito calma me disse : "- Calma já mandei ele embora, ele não vai mais te incomodar." A voz transmitia muita paz e calma e voltei a dormir no mesmo instante. Só acordei no outro dia e contei o que havia passado na noite anterior aos meus pais e meu pai me disse que Jesus havia falado comigo e tinha me protegido. Senti a mesma paz de antes e fiquei com um sorriso estampado no rosto.

Relato do Kesley -

O Fantasma da Mulher

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Meu filho mais novo não estava dormindo bem à noite. Estava com pesadelos, um sono inquieto toda noite. Fui conversar com ele, tentar descobrir se havia algo que estava perturbando, algum problema. Ele me disse meio envergonhado que durante a noite havia uma mulher que entrava no quarto dele e o assustava. Falou que ela mexia nas cobertas dele, que ficava andando no quarto e que tinha medo dela "porque ela era má". Na verdade, eu não morava com a mãe dele, nós éramos separados mas, naquela semana, ela me pediu que eu ficasse com o menino porque ela iria sair.

Eu deitei em uma cama de abrir do lado do meu filho mais novo e esperei que ele dormisse. Quando estava quase pegando no sono, ouvi um barulho de passos, como saltos de sapato batendo no assoalho de madeira. A princípio, achei que era minha ex-esposa que havia chagado mais cedo. Mas, de repente, vi do lado do meu filho, meio debruçada sobre ele, uma mulher. Ela tinha cabelos curtos e loiros e usava uma espécie de chapéu pequeno. Os olhos dela eram fundos e não se conseguia ver a íris, era tudo escuro. Todo o olho era como se fosse um buraco escuro. Não que ela me parecesse "material", ela era meio transparente. Rezei para que Deus tirasse aquilo de perto do meu menino. Na mesma hora, ela se virou para mim e me pareceu estar com raiva. Foi como se o quarto se iluminasse num instante e ela desapareceu, da mesma forma que a luz. 

Nunca mais ele reclamou da "mulher má", passou a dormir tranquilamente. Anos depois, após também a mudança daquela casa, minha ex-mulher me falou, por acaso, que na casa onde tinha visto a mulher havia morado uma dançarina, que tinha morrido acidentalmente (ou não) por uma overdose de remédios. Ela era loira e tinha cabelos curtos.

Relato de Leonardo - Belém - PA

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Poltergeist em Minha Casa

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Eu morei em uma casa no interior que foi muito marcante na minha vida. Fui para este local quando tinha por volta de meus seis anos, junto de meus pais e 3 irmãos. Logo que chegamos, eu lembro de ter visto um garoto de por volta de seus treze ou catorze anos, sentado na sala. O garoto, ninguém mais o viu, e o fato ficou como se fosse algo de minha imaginação. Mas eu tinha certeza de tê-lo visto.

Na mesma semana, começaram acontecimentos que nada dentro da razão poderia explicar. Os pratos se quebravam sozinhos, no armário ou na mesa, onde estivessem. A mesma coisa acontecia com copos e outros objetos de vidro ou cerâmica. Minha mãe, muito simples, acreditava que estes fatos eram produzidos por nós, ainda crianças, por traquinagem. Mas, nós sabíamos que nada tínhamos feito. Depois disso, começaram ruídos noturnos. Eram passos, gemidos, gargalhadas. Depois de dias, começamos todos, inclusive meus pais, a vermos vultos e sombras, mesmo durante o dia. Passavam de um cômodo para outro, sumiam nas paredes.

Numa noite, meu irmão mais jovem que tinha na época cerca de 3 anos, começou a gritar desesperado. Meu pai correu até ele e pudemos ver nos seus braços e costas, marcas de arranhão. Eram marcas apenas, não havia corte nenhum, mas estavam vermelhas e inchadas. Meu irmão, quando meu pai perguntou-lhe quem havia feito aquilo, disse que havia sido "o menino". Essa foi apenas a primeira noite de muitas outras. A cada dia, o caso ficava pior. Contudo, "aquilo" apenas atacava ao meu irmão mais novo. Somente os outros fenômenos nós presenciávamos.

Minha mãe queria pedir ajuda religiosa, mas meu pai não permitia. Ele não acreditava em nada, nem mesmo em Deus. Mesmo assim, minha mãe acabou por pedir ajuda e, seja como for, surgiu uma vaga para meu pai em outra cidade e nos mudamos desta casa. Soubemos depois que as pessoas que moraram lá tiveram os mesmos problemas, mas que, graças a ajuda que receberam de um religioso, conseguiram vencer o que existia ali.

Relato da Helena – São Paulo - SP

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

A Prova do Meu Avô – 4º Relato da Cristina

Aos admiradores dos Relatos da Cristina de Santo André, segue agora, mais um de seus excelentes relatos: "A Prova do Meu Avô".

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Não é novidade para ninguém que no tempo do cangaço ocorria muitos crimes tanto provocados pelos cangaceiros de uma forma geral, quanto pela polícia, pelo coronelismo da época. Neste tempo havia muitas desovas no sertão da caatinga, várias pessoas foram assassinadas e jogados seus corpos nas areias quentes do sertão e quantas delas não clamaram por justiça. Meu avô viveu nesta época, homem muito religioso não acreditava de forma alguma no sobrenatural, na possibilidade do contínuo da vida após a morte. Minha avó foi vitima desse preconceito, moça jovem na época, possuía uma mediunidade agressiva, o dom da vidência, conversava com os espíritos como estivesse conversando com os vivos, meu avô homem xucro,simples, sem muita cultura, não acreditava, e por mais que a amava já estava voltado a interna-lá em uma casa de loucos como era chamada na época. Minha avó não sabia de nada disso, mas havia sido alertada pelos espíritos do planejado e do aconselhamento de familiares e amigos de meu avô. Certo dia, acordou preparou a mesa do café e disse a ele: - Hoje irei provar a você, que existe vida após a morte. Ele desdenhou. E ela continuou. - Hoje você a noite terá que atravessar a caatinga, tome cuidado e preste muito atenção no seu animal (que era o cavalo). Ele ficou quieto, meio injuriado e saiu. Chegando a noite se despediu dela e se foi, quando estava já no meio da caatinga, em pleno breu da noite, só a luz da lamparina iluminava a ele, seu cavalo empacou como se visse uma cobra ou algo perigoso, ele iluminou em volta e não viu nada, mas subiu um calafrio gelado em sua espinha, e nesta hora lembrou das palavras de minha avó. De repente, olhando a frente, viu uma luz, branca, do tamanho da luz de um vagalume vindo em sua direção, e essa luz foi aumentando.. aumentando..até virar um círculo de luz, no centro uma figura, quando a mesma foi se aproximando uns 15mts de distância dele, pode observar que a figura era um espectro, um esqueleto vindo em sua direção. Na hora se armou com a espingarda, por mais que soubesse que aquilo não iria se intimar com balas, e a única coisa que conseguiu fazer, porque o medo fora muito grande foi chamar pela providência divina de Nossa Senhora e começou a rezar o credo, e aquilo simplesmente formou-se uma nuvem acinzentada e desapareceu, depois disso nunca mais duvidou da mediunidade da minha avó. Meu avô foi um homem honrado, criou vários filhos e sua palavra era sua honra e moral, e essa história tive o privilégio de ouvir de sua boca, o qual jurava ser verídica, jurava pelo seu nome e pela sua honra de homem. Sempre nos orientava a nunca debochar do que não conhecemos e principalmente que há várias moradas do senhor. E o mais importante aliviado de saber que minha avó não era louca, pode salva-lá da internação e viveu com ela feliz por mais alguns anos. Algo que sempre observei esses fenômenos paranormais, espirituais costumam acontecer com pessoas sempre em duas situações particulares uma - pessoas de muita fé, abertas espiritualmente ao contato, e outra - pessoas de nenhuma fé, as quais acabam descobrindo e despertando sua fé de uma forma completa e evidente.

Relato da Cristina – Santo André

A Moça com Xale

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Trabalhava em uma lanchonete próxima a uma estação de trens. Chegava muito cedo e começava meu serviço antes de abrir as portas para o público. Como servíamos café e lanches, muito cedo já tinha gente esperando na porta para a hora que abríssemos. Estávamos eu e uma colega terminando o café e preparando algumas outras coisas quando ouvimos bater na porta de metal. Bateu várias vezes e eu fui abrir, pensando que era um cliente mais afobado. Ergui a porta e havia uma mulher do lado de fora, enrolada em um xale. A mulher estava meio mal-vestida e era jovem, tinha uns 25 anos, mais ou menos. Eu falei pra ela que podia entrar já. Terminei de erguer a porta e vi ela indo para o fundo da lanchonete e sentando em uma das mesinhas.A minha colega que estava terminando o café, ainda deu uma olhadinha para trás e viu a moça na mesinha. Fui para trás do balcão (que ficava entre eu e ela) e peguei um bloquinho de papel para anotar o pedido dela. Quando olhei de novo, depois de um seguidinho, a moça não estava mais ali. Perguntei pra colega aonde estava a mulher. Ela disse que deveria ter ido ao banheiro. Mas ninguém saiu de lá mesmo depois. Eu e minha colega ficamos meio assustadas mas, com medo de acharem que a gente era louca, não comentamos com ninguém, só entre nós duas mesmo.

No dia seguinte, quando entrei pra trabalhar, o dono do lugar estava com uns palitinhos japoneses verdes de incenso acesos. Fiquei espantada do dono estar ali naquela hora, porque ele chegava muito depois de mim. Era eu e minha colega que abríamos a lanchonete. Ele chamou a eu e ela para rezarmos com ele. Depois que rezamos, ele contou que depois que fomos embora (a gente saía às 17h), ele viu diversas vezes uma moça com um xale e essa moça desaparecia toda hora. Falou que sentiu cheiro de velas queimando. Ele nos falou que era um espírito perdido e que outros comerciantes dali do lugar já a tinham visto muitas vezes. Que ela tinha sido assassinada por um bandido naquela rua, uns 3 anos atrás, e que foi vista em muitos comércios depois. 

Eu e a minha colega fomos naquele dia mesmo pedir por aquela alma. 

Relato de Juraci – São Paulo - SP

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

A Figura Negra – 2º Relato de Kesley

 

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Aconteceu nessas últimas férias. Eu fui passar uns tempos na casa da minha tia no interior de São Paulo. Desde a hora que cheguei lá, sentia uma intensa dor de cabeça que não passava, eu podia tomar remédio e tudo mais mas a dor não passava. A noite, foi quando tudo começou, eu não conseguia pegar no sono, de jeito nenhum, eu havia escutado música, assistido televisão e nada de eu dormir. Quando deu 3 (três) da manhã, eu estava deitado de lado, olhando para a luz que vinha do banheiro, minha porta estava entre aberta, ai a porta do quarto começou a se abrir lentamente e fui tomado por um arrepio pelo corpo todo, depois, eu vi um figura negra indo em direção ao banheiro e mexendo nas coisas. Tive muito medo e no dia seguinte, contei a minha tia tudo que havia acontecido a noite passada e ela me disse que também tinha visto o mesmo que eu.MEDO. Depois,na outra noite, mais um acontecimento estranho, eu estava sem sono,de novo, então me virei para a parede para tentar dormir, e aconteceu: escutei uma voz dizendo : "- Ei, tem um cachorro aqui, e esses é dos seus." Meu Deus, comecei a escutar vários latidos por todo o quarto, como se cachorros estivessem ao meu redor e sentia mordidas pelo corpo. Gritava pela minha tia, mas de nada adianta pois minha voz não saia. No dia seguinte, acordei cedo e com dores no corpo e quando fui olhar meu corpo, havia hematomas no lugar onde sentia estar sendo mordido. As noites seguintes passaram quase que do mesmo jeito mas logo fui esquecendo do assunto e já conseguia dormir cedo e parei de sentir que estavam me perturbando.

Relato de Kesley

Realidade Alternativa


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Mais ou menos 6 meses depois do falecimento do meu pai, eu estava quase dormindo (este estágio intermediário entre a vigília e o sono tem um nome mas não me lembro agora, mas é quando coisas estranhas acontecem comigo), bem de repente estava parada na porta do quarto e vi meu pai vivendo? me lembro que ele estava preparando seu café da manhã, e ao invés de noite era dia claro, eu sabia que ele havia criado esta realidade só dele, eu sabia que nessa realidade eu não existia, curioso foi que ao invés de me impressionar com o que via, me peguei pensando o porque estava querendo passar pela porta já que eu sabia que não estava no meu corpo, o fato de presenciar a visão de meu pai depois de morto não me impressionou nada enquanto estava no momento, nem o fato o de estar vendo a cena toda, como posso dizer, o que se passava fora e dentro dele. Depois dessa experiência fico pensando por quanto tempo ainda ele ficou ou ainda esta nessa realidade alternativa, e porque? e principalmente será que a maioria de nós inclusive eu vou criar uma realidade depois de morrer?
Relato de Suzana

domingo, 10 de outubro de 2010

A Ponte Assombrada

ponte

Perto da casa que a gente tinha ido morar naquele ano havia uma ponte que passava em cima de um riozinho. Eu e a minha irmã quando íamos trabalhar, sempre passávamos por esta ponte para cortar caminho. A gente passava muito cedo, quando nem tinha clareado. Um dia, eu a minha irmã começamos a passar pela ponte e quando estávamos na metade, começamos a ouvir uns barulhos como se fosse um choro. Nós começamos a procurar pra saber de onde vinha. E aquilo foi ficando mais alto e deu para ouvir que a pessoa pedia mesmo socorro.Estava escuro e a gente ficou com medo de descer. Minha irmã falou pra mim ficar que ela ia chamar alguém em uma casa que ficava um pouco antes. Ela saiu correndo e eu fiquei. De quando em quando, a voz voltava e eu perguntava em voz alta onde que a pessoa estava. Mas ela (parecia ser uma mulher ou uma criança) não respondia a minha pergunta. Me deu muito medo.

Quando minha irmã voltou, a voz já tinha parado. Estava tudo em silêncio. Ela tinha chamado o dono da casa que ficava antes e ele estava acompanhando minha irmã. Ela estava branca que nem cera. O homem falou pra ela que depois que uma moça tinha sido morta naquele local pelo marido, de tempos em tempos, ela perturbava as pessoas. Ela chorava, pedia ajuda e às vezes até aparecia para as pessoas. O homem acompanhou a gente até perto do trabalho, porque ficamos muito assustadas. Ele também disse que sempre que havia esses problemas com o fantasma da moça, tinha que chamar alguém para abençoar o lugar.

A gente, graças a Deus, não viu nada, só ouvimos mesmo. Mas nunca mais cortamos caminho por lá.

Relato de Irene - Cabreúva - SP

O Estranho Caso de Poltergeist - 3º Relato da Cristina

 

Mais um caso narrado pela Cristina de Santo André. Para os seus admiradores.... Conheça "O Estranho Caso de Poltergeist".

noisy ghost

Já faz muitos anos, na realidade foi assim: essa senhorazinha morava sozinha, muito solitária e acabou sendo vitima de marginais que a assaltaram e a mataram, inclusive disseram que encontraram o corpo depois de alguns dias, tipo abandono mesmo. Passado um tempo, a casa primeiramente foi colocada a venda, só que não vendia de maneira nenhuma, depois a família a colocou para alugar, foi quando os familiares dessa minha amiga acabaram alugando a casa. No começo foi tudo tranquilo, com o passar de alguns dias, começaram os primeiros fenômenos, primeiro foram os cheiros, principalmente de café, fresco feito na hora, depois o chuveiro que ligava sozinho como se tivesse alguém tomando banho, quando ela me contou inclusive ela disse que teve um dia que realmente assustou, o café tinha sido feito. A dona da casa, perguntou para a filha se tinha sido ela, ela disse que não, e ficou aquela coisa no ar, tipo .. quem foi? E os sons começaram a aumentar, copos que se quebravam, passos pela casa etc. Até que um dia a filha dela assistindo televisão, sozinha.. do nada .. apareceu a velhinha na frente dela, brava, e disse:

-  Saia da minha casa! Saia agora daqui!!!

Ela quase caiu dura, o pior .. a velhinha sumiu, desapareceu. Ai começaram a acontecer fenômenos mais agressivos, e cada vez que ia alguém tipo benzer a casa, os fenômenos ficavam mais fortes. Até que resolveram procurar a imobiliária e relatar o que estava acontecendo, e especula ali.. acolá.. Acabaram descobrindo que a família proprietária havia escondido o fato do assassinato. Foi quando amigos, aconselharam a procurar ajuda espiritual, mas pelo que ela me contou deu trabalho para conscientizar o espírito da senhora que ela estava morta. Mas, graças a esta ajuda, tudo acabou.

Relato de Cristina - Santo André - SP

O Velório - 2º Relato da Cristina

Atendendo aos inúmeros e-mails pedindo por mais um relato da Cristina de Santo André, segue agora, mais um de seus excelentes relatos. Para os admiradores da Cristina: "O Velório".

terco

Aconteceu um  fato familiar muito intrigante.  Na época eu tinha uns 11 anos e minha prima uns 14 para 15 anos, estávamos em um enterro de um tio nosso. Minha prima, lembro como hoje .. foi aqui no cemitério das lágrimas em São Caetano, ela disse para minha tia que ia dar umas voltas. Passou quase uma hora quando do nada, a minha prima me entra no velório dizendo ter visto um espírito de uma senhora. Ela disse que estava andando pelos corredores do cemitério quando apareceu uma senhorazinha .. palavras dela.. muito fofinha, de vestidinho rendadinho, bem linda mesmo, e com um tercinho na mão e um papelzinho, ela pediu para minha prima ajudá-la a achar uma determinada gaveta, que ela não estava conseguindo .. minha prima, muito dada.. pegou o papelzinho e foi conversando com ela e procurando o número e ela vinha um pouco atrás do lado dela.

Quando de repente começou a chegar à numeração da gaveta, qual foi a surpresa dela que quando ela viu o número, tinha uma foto de uma senhora, que era a própria... e o tercinho pendurado, balançando.. Eu não lembro a gaveta, mas meus primos na época irmãos dela, inclusive um que era médium, foi lá e viu, e era verdade. Mas a senhora já tinha falecido há muitos anos atrás. Olha faz muito tempo que não vejo essa minha prima, mas acho que ela deve ter até hoje guardado o papelzinho, só que é assim ela .. não gosta nem de comentar o episódio.. morre de medo.. ela quase desmaiou na época, chegou pálida, passando mal, imagina a cena, dentro de um velório...
A energia deste lugar é imensa, cemitério muito antigo, o círculo energético é imenso.

Relato de Cristina - Santo André - SP

sábado, 9 de outubro de 2010

O Fantasma da Noiva

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Não sei se vocês vão acreditar, mas eu estou aqui digitando para vocês porque eu sei que é verdade, porque eu estava lá.   Há mais ou menos uns três anos atrás,  eu estava na casa da minha vizinha com meus primos,brincando de esconde-esconde.Todos nós fomos nos esconder e minha prima foi contar; aí ela começou a procurar e me achou, a minha vizinha e o meu vizinho e ficou faltando o irmão dela(meu primo). Estava demorando demais para ela achar o irmão dela e eu resolvi ajuda-lá. No corredor da casa da minha vizinha é muito escuro,então eu e minha prima fomos lá ver se ele estava lá,antes de nós entrarmos no corredor minha prima viu algo em cima do muro,ai ela disse:

- Pode sair daí, Vini (irmão dela)

Mas demorou muito para responder ai eu fui até lá para falar para ele, que já tinha achado ele,mas quando eu cheguei bem perto não era ele. Era uma mulher com vestido de noiva,cabelos enormes pretos,com o pé saindo sangue.Ficamos em estado de choque e paramos de brincar. Quando cheguei em casa já era tarde e meus primos tinham indo embora,ai eu tomei banho e fui dormir. Cobri minha cabeça com um pressentimento muito estranho de que se eu descobrisse a cabeça, viria algo que não fosse desse mundo(tenho esse dom de sentir presença de espíritos antes de vê-lós). Quando eu descobri a cabeça, vi uma menina na janela do meu quarto com o rosto todo desfigurado. - É isso ai gente acredite se quiser, só estou aqui para contar minha historia.

Relato do Lucas

Fatos Intrigantes - 6º Relato da Amy

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Aqui estão alguns fatos em relação a minha sensibilidade:

Eu já cheguei a ouvir (por exemplo) me chamarem mas não ser ninguém ou então cheguei a responder perguntas (isso é MUITO raro) que pessoas pensaram MAS não tinham ainda feito.

Já vi as aparições chamadas de "Shadow People".

A + interessante foi uma na qual uma delas estava espreitando a porta entre-aberta do meu quarto (bem de manhãzinha), mas ao "ver" / "sentir" que eu estava acordada e olhando para ela, esta fugiu de mim... o.o

Cheguei a me levantar e ir atrás, mas não achei nenhum vestígio dela.

Se me lembro bem, foi depois disto que comecei a dormir de porta fechada a chave. XD

Algumas vezes quando o ambiente está "estranho" ou não estou "só" (no sentido espiritual) sinto não só um frio na espinha e o "comum" arrepio na nuca mas também uma sensação forte de formigamento no couro cabeludo, meus pêlos ficam eriçados e meus olhos começam a lacrimejar do nada.

A última vez que algo marcante me aconteceu foi em 2002, na semana que meu pai faleceu, eu acordei com uma Yūrei (fantasma vingativa oriental) flutuando em cima de mim e ao URRAR (sim, não foi um grito que soltei) de susto e colocar meus braços em frente ao meu rosto num movimento de defesa ela sumiu.

Fato que me incomoda até hoje, é que em 2004 ao ir no cinema ver um remake de um filme japonês vi a mesma fantasma (era MUITO parecida) representada na tela, no filme O Grito (Ju-on: The Grudge).

Saí MUITO mal do cinema, com medo de revê-lá, coisa que (ainda bem) não aconteceu.

Aqui vai uma dica: CASO vocês se depararem com algo sobrenatural, tentem não se deixar levar pelo medo, pois é exatamente isso que fortalece alguns tipos de espectros.

Relato da Amy – Bragança Paulista - SP

A Criatura – 5º Relato da Amy

 

city haunted street

Certa ocasião eu, minha amiga (também "sensitiva") e um amigo estávamos descendo a noite uma rua da minha cidade, quando tive a sensação nítida de estarmos sendo seguidos (até então a rua estava quase deserta pelo horário).

Ao me virar para olhar me deparei na outra rua (a alguns metros de nós e flutuando) uma criatura que parecia estar em volta a uma mortalha negra, com cabelos (?) longos cobrindo o rosto, longas garras/unhas nas mãos (?) e sem (aparentemente) pernas.

Devo ter ficada pálida na hora porque minha amiga perguntou o que tinha acontecido e eu só falei: Olha...

Ela se virou para a direção que apontei com o olhar e disse: Corre!

Então nós 3 corremos (nosso amigo sem saber do porque só acompanhou, coitado) até chegarmos numa avenida com movimento.

Depois de voltarmos a apenas caminhar eu perguntei o que ela tinha visto e (para minha surpresa) ela descreveu a MESMA criatura que eu tinha enxergado.

Relato da Amy – Bragança Paulista - SP

Assombração no Teatro

teatro

Eu tinha 14 anos quando aconteceu. Eu fazia teatro junto com meus amigos depois da escola mas nesse dia eu fui o primeiro a chegar no local. Cheguei uma hora antes e como não havia ninguém, resolvi ensaiar minhas falas. No palco, no lado direito das coxias, havia uma cadeira e uma mesa onde me sentei para ensaiar. Foi quando aconteceu. Senti que algo estava quente em minhas costas, e fui ficando cada vez sem mais sem ar, senti duas mãos em cima dos meus ombros e perdi a noção do tempo por alguns segundos. Me virei rapidamente e tudo desapareceu com um vento, enquanto as coxias balançavam. Fiquei trêmulo e pálido, meus amigos e o professor chegaram e me encontraram naquele estado, contei-lhes o que havia acontecido e fui tachado de louco. Mesmo ninguém acreditando em mim, eu sei o que eu senti e depois dessa experiência, passei a ver espíritos, a ter visões e tudo mais, além de ver o inimigo que deixou bem claro que quer de mim, "o que ele não conseguiu dos outros".

Relato do Kesley

Premonição e Proteção – 5º Relato da Vanessa

 

dog-and-ghost-photos

Espero que este pequeno relato passa ajudar a uma pessoa em especial,a entender que tudo que se passa pode ser sim verdadeiro e além da imaginação. Eu me casei nova mas foi com o grande amor da minha vida, diria que foi minha alma gêmea. O tempo se passou e nem tudo foi tão maravilhoso. Morávamos em uma vila bem estranha onde a dona dela tinha sua casa principal bem no fim da rua e ficava sentada o dia todo em seu banquinho com dois cachorros lavrador deitados a seus pés e uma espingarda no colo. Parece cena de filme, humm talvez mas foi lá que eu me enfiei. Um dia, que poderia ter sido comum, estava eu lavando roupa no tanque, eu tinha um pastor alemão com Husky siberiano que ganhei de presente de casamento era minha paixão, ele começou a uivar, normal para esta raça, mas não naquele dia. Ele uivava olhando para mim era só eu e ele naquela casa, aquele dia meu falecido marido tinha saído para procurar emprego, pelo menos era o que ele me disse de manhã. Eu estava ficando impaciente com os uivos e resolvi encará-lo para chamar a tenção, mas os olhos dele estavam nos meus e eu vi tudo nesta hora. Foi um flash de 5 segundos se não me falha a memória, haviam três homens correndo pela rua principal eu os vi em tempo real, um estava armado, o outro pulou meu portão e logo desapareceu, o terceiro pulou a casa da senhora dona da vila e foi em direção a mata dos fundos, o com a arma atirava em direção a ele. Eu acordei com o latido do cão olhei para ele e ele estava olhando para o portão, foram exatamente um minuto vi o primeiro correr em direção a mata, o segundo pular o meu portão e me pegou pela cintura me jogou para dentro da casa no chão da cozinha e o terceiro vi a sombra dele na janela da cozinha com a arma apontada para a mata atirando 3 vezes. Quem eu vi no meu flash de premonição e quem me jogou no chão foi meu falecido e ex marido. O cão até hoje eu me pergunto ele também viu? Ele foi influenciado a me despertar da minha distração aparente para me mostrar o que iria acontecer para que eu não me movesse e fosse atingida? Só sei que esta foi a minha primeira premonição porque o varal ficava em frente ao portão onde aconteceram os tiros, eu poderia estar lá no meio se não fosse pela visão que me fez enxergar o que estava para acontecer e me fez ficar paralisada em transe pelos segundos que não dariam tempo de eu chegar ao local de tudo. Sorte, premonição, auxilio e proteção, é como eu classifico esta passagem, eu não estava sozinha como eu imaginava, eles estavam lá novamente nunca me deixando só!

Relato da Vanessa – Moji Mirim - SP

A Brincadeira do Copo

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Quando tinha por volta de 14 anos, a brincadeira do copo, se tornou uma mania para mim e para minhas amigas que simplesmente adoravam, fazíamos a brincadeira sempre, nos mesmos horários e sempre com as mesmas pessoas participando. Aquilo para nós, nos levava ao inusitado, a um outro plano. No começo na primeira experiência, achávamos que não iriamos conseguir, até que o copo andou literalmente pela primeira vez, sempre se manifestava um espírito que se auto identificava como A Avó, se mostrava um espírito dócil, gentil, e nos dava sempre ótimos conselhos, adorávamos esse contato com ela, até que infelizmente alguns fatores começaram a interferir, um outro espírito, se identificava como um espírito de um homem, não dizia seu no me, muito agressivo e ofensivo, falava palavrões e dizia ameaças. Numa dessas experiências, esse espírito praticamente expulsou o espírito da A Avó, e uma das meninas ficou muito irritada com ele, e começou a dizer para que ele fosse embora, ofende-ló, e o copo começou a tremer, e andar muito rápido e não conseguíamos soltar dele, quando ele começou a escrever .. E disse prá ela, que naquela noite ele iria tirar dela algo que ela amava muito, e que ela iria se arrepender muito de ter se metido com ele, ameaças acompanhadas de muitas ofensas e palavrões, enfim com muito sacrifício, por que nossos corpos ficaram adormecidos por vários minutos, acabamos com a brincadeira. Ela foi para casa, duvidando da ameaça, mas para sua infeliz surpresa, quando chegou de frente de sua casa, sua cachorra uma pastora linda, estava degolada no portão, na lança, como se alguém tivesse colocado ela ali, e o mais estranho ...seus pais e irmãos estavam em casa, e simplesmente não ouviram nada. Essa história que vivenciei e presenciei, serve de alerta para que o lidar/manipular o espiritual exige-se cautela, sabedoria e conhecimento e não é para curiosos e muito menos para brincadeiras infantis, e principalmente pede-se muito respeito para com os que já pertencem ao outro plano. Iguais a essa brincadeira, existem outras como a da bíblia tão perigosa e campo de atração quanto. Espero ter contribuído, abraços a todos.

Relato de Cristina - Santo André - SP
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