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domingo, 31 de outubro de 2010

A Casa Fantasma - Parte 1

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Essa experiência que tive nesta casa que morei foi algo que durou muito tempo até que ficasse esclarecida. Assim como a história é longa e em muito colaborou para aumentar meu interesse no paranormal, decidi contar aos leitores deste blog em partes. Essa, então, é a primeira parte:

Eu morava com minha mãe e irmão (meu pai já era falecido) e graças a mudança de emprego da minha mãe, tivemos que nos mudar do local onde havia morado desde que nasci. Fomos para outra cidade, bem menor que a que morávamos e ocupamos uma casa nova e bacana. Na mesma semana que mudamos, já aconteceu alguma coisa de diferente. Estava deitado para dormir, e ouvi a porta do quarto abrir. Fiquei de olhos fechados, esperando pelo abraço que minha mãe me dava toda noite quando chegava do trabalho. Senti que sentaram na cama ao meu lado, como também um toque no meu ombro, como se uma mão me tocasse com relativo peso. Abri meus olhos e não havia ninguém no quarto. 

Na outra semana, meu irmão que havia arrumado um bico trabalhando em uma lanchonete, chegou em casa mais cedo e, passando pelo corredor defronte a porta da cozinha, ouviu ruídos lá que calculou ser minha mãe que chegara mais cedo. Entrou no banheiro a fim de tomar banho e continuou conversando com a "minha mãe" que, a ele parecia estar trabalhando na cozinha. Percebeu que ela respondia, mas ele não escutava. Gritou do banheiro que não escutava e ouviu uma espécie de grunhido vindo da cozinha. Colocou a cabeça para fora do banheiro e falou: 

- Mãe??? 

O mesmo grunhido. Aí ele ficou com medo. Teve certeza de que não era a minha mãe. Ele se trancou no banheiro e ouviu o mesmo murmúrio do lado de fora no corredor. Ficou lá trancado até a hora em que chegamos eu e minha mãe. Daí ele comentou conosco o que estava acontecendo.Ele estava apavorado.  Eu me senti também mais a vontade de comentar o que tinha ocorrido. Minha mãe já havia tido uma experiência sobrenatural na casa, mas para não nos assustar ainda mais ficou quieta.

Continua no próximo post do Henry...

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

O Fantasma do Carro – 4º Relato do Júlio César

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Eu estava com uma amiga indo de uma cidade a outra, levando-a para visitar parentes. Saímos além do horário previsto, ou seja, quando pegamos a estrada já era madrugada. Ela havia trabalhado o dia inteiro e estando muito cansada, resolveu cochilar um pouco. Eu fui dirigindo e percebi em algumas vezes, que ela estava agitada, mas creditei ao desconforto do banco do passageiro. Comecei a sentir um pouco de frio, apesar de estar bem quente o clima naquele dia. Resolvi pegar uma blusa que mantinha no porta-malas do carro e assim, parei no acostamento. Desci, apanhei a blusa e voltei ao carro. Foi quando olhei no retrovisor, com a finalidade de ver se podia retornar à estrada. Vi, sentado atrás da minha amiga um senhor de cabelos grisalhos, magro. Uma das mãos dele estava em cima do encosto de cabeça do banco dela. Virei para trás e o homem sumira, conferi no retrovisor e nada. No mesmo momento, ela acordou sobressaltada. Assustamos ambos.

Comentei com ela o que havia acontecido, já que ela é espiritualista. Ela reclamou do frio, como eu havia sentido. Momentos depois, a sensação de frio também desaparecera. Chegando à cidade de destino e à casa de seus familiares, percebemos que algo não estava bem. Mesmo sendo de madrugada, havia muita gente defronte a casa. Ficamos sabendo, então, que o tio dela havia sofrido um acidente vascular cerebral e infelizmente, falecido. Creio que você sabe qual era a aparência do tio dela, correto?

Relato de Júlio César – Assis - SP

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Fantasma na janela

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Olá!!! A alguns anos atrás, estava fazendo café pela manhã e passou em frente à janela uma pessoa, que eu achei que fosse meu ex-cunhado, virou, fez sinal de positivo e eu fui abrir a porta, mas não havia ninguém , nem rastros, pois havia garoado e geralmente ficam marcas quando alguém anda sobre ela.Na hora do almoço perguntei se ele havia estado em minha casa e ele disse que não, inclusive estava com uma roupa diferente da pessoa q eu havia visto. Esse foi um dos casos, inclusive aconteceu tambem com fotos. Abraço

Relato de Maria Helena.

O Estranho Fantasma – 6º Relato da Vanessa

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Eu estava casada novamente e morando em uma das casas no quintal do meu sogro, eu trabalhava em festas então nos fins de semana viajava sempre e sempre chegava cansada. Naquele quintal havia algumas casas e eu morava na casa onde o avô de meu esposo morreu, meu quarto tinha sido o quarto dele, mas isso não me espantava em nada. Em um sábado de madrugada eu retornei cedo de uma das festas resolvi então ir embora e me deitar para dormir pois sempre ficava 24 horas trabalhando e esta era uma oportunidade para que eu descansasse. Entrei, tomei um banho apaguei as luzes e me deitei com um alivio total, quando eu começava a adormecer ouvi a porta da cozinha abrir e uns chinelos se arrastarem para dentro, bem pensei que fosse meu sogro bêbado como sempre vindo me incomodar, já estava disposta a mandá-lo sair sem nenhuma cerimônia, mas a pessoa continuava a arrastar os chinelos e andava em círculos na minha cozinha e não ouvi a porta se fechar, também não sentir o vento entrar sinal que ela estava fechada. Comecei a prestar atenção após isso e ouvi que parou de andar em círculos indo então direto para o quarto onde eu estava, parou na porta, ai achei que fosse meu marido que sempre encostava na porta e dizia "cheguei meu amor", mas não era ele porque não disse nada e não encostou na porta relaxando o corpo, entrou dentro do quarto seguiu reto ate a parede, parou, virou-se para mim e chegou próximo olhando-me fixamente, estava totalmente escuro mas eu sentia seus olhos nos meus pois eu es estava sentada na cama o examinando a muito tempo, neste momento eu senti que não era uma visita comum, eu estava cansada mais tão cansada que bufei, deitei, me cobri, olhei novamente para ele e disse "vai embora daqui, hoje eu não vou falar com você estou cansada e quero dormir, lá nos fundos tem uma casa você sabe quem está lá, então assombre eles e não eu, boa noite!". Eu me virei de costa e apaguei em um sono profundo que nem eu me lembro como foi tão rápido o que não era normal também. Na manhã minha sogra estava assustada e ao me ver sair para trabalhar me contou que naquela madrugada tinha uma pessoa andando pela varanda dela e mexendo na porta da cozinha para abrir, ela se levantou e não era ninguém mas depois escutou passos de chinelo andando na cozinha de novo e não era o marido dela. Bem pela forma da sombra eu sei que era o avô de meu marido o pai do meu sogro e ele arrastava o chinelo quando andava antes de cair doente e falecer. Só não achei que ele realmente estava ali para falar comigo e nem que iria assustar a família dos fundos, nessa aprendi a não mandar espíritos fazer coisas que eles provavelmente adoram fazer.

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Aparição no Apartamento

fantasmajanela A moça namorava um rapaz da alta sociedade de Curitiba. Esse rapaz morava com a irmã num apartamento do 16º andar. As famílias eram rivais e a mãe da moça não queria o namoro.
Numa discussão com a mãe por telefone, a moça que estava no apartamento, foi até a janela e se atirou para a morte. Isso foi noticiário aqui.
Pois bem, o rapaz e a irmã resolveram voltar a morar com os pais, mas antes disso tiraram algumas fotos do apartamento e em especial da filha de 3 anos da irmã do rapaz.
Quando as fotos foram reveladas, ficaram dois meses com ela até encontrar um amigo meu que era estudioso dos fenômenos paranormais.
Ele veio falar comigo se eu poderia ajudar, com as fotos nas mãos. Em duas delas aparecia a menina de 3 anos ao lado de um televisão que estava desligada na ocasião das fotos. Mas nas fotos aparecia o rosto da jovem que se matou, OLHANDO para a menina (essa moça gostava muito dessa menina). Duas fotos, dois ângulos diferentes e a "moça" estava olhando para a menina.
Meu amigo mandou fazer testes com as fotos e não eram montagens e de fato, comparando com as fotos da moça suicida, eram a mesma pessoa.
Outros fatos: a menina reclamava com a mãe, agora morando numa mansão, que não conseguia dormir, já que a "tia" (apelido para a moça suicida) ficava a noite toda sentada na cama e chorando. Outras ocasiões, ela dava tchauzinho para a "tia" que estava na janela. Ninguém via nada.
Resumindo: depois de muitas negociações, pois a família tinha medo de coisas estranhas, fizemos o transporte da moça suicida, com a prerrogativa que a menina não presenciasse o fato, sequer estivesse em casa e não fosse comentado nada com ela.
Ah, os moradores da casa, pais e empregados, ouviam barulhos estranhos a noite antes da desobsessão.
Após o trabalho, a menina, a partir do dia seguinte, nunca mais tocou no assunto.
O que me impressionou neste fato, foram as impressões deixadas nas fotos.

Relato de Swami – Curitiba - PR

Socorro na Estrada – 5º Relato da Cristina

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Essa história foi contada por uma amiga a qual viveu uma experiência incrível. Ela vinha tarde da noite pela estrada, quando a frente avistou uma mulher desesperada que praticamente se jogou na frente do carro, seu impulso inicial foi de desviar o carro e seguir enfrente, por medo de ser algum truque de bandidos. Mas algo a fez parar, a mulher desesperada, gritava muito dizendo que o carro tinha caído na ribanceira, na hora essa amiga saiu do carro e seguiu a moça até o topo do morro, e pode verificar que havia um carro tombado preso em uma ponte velha, quase de ponta cabeça, as lanternas ainda acesas, só avistou que havia pessoas dentro do carro, não pensou duas vezes, desceu com cuidado até chegar ao carro. Quando chegou mais perto avistou um bebê dentro do cestinho, já meio virado, mas quase sufocando, e de pronto momento soltou o cinto e liberou a criança, quando de repente viu o corpo de uma pessoa ao volante com a cabeça tombada, ajeitou o bebê e se voltou para ajudar, mas quando ergueu o rosto da pessoa, era uma mulher, estava muito machucada e sangrava muito, infelizmente já estava morta, e notou para seu espanto que era a mesma mulher que havia pedido socorro, pegou o bebê e correu para o carro para pedir ajuda e o resgate, a criança nada sofreu, graças a ela ter chegado rápido, quando familiares chegaram, a agradeceram muito e ela descobriu que a mulher que estava no volante era a mãe do bebê. Com este relato podemos nitidamente observar que o Amor é o sentimento mais puro e verdadeiro que existe, resistindo até a Morte

Relato da Cristina – Santo André - SP

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Salva pelo fenômeno paranormal

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Eu havia brigado com meu ex e fui até a casa de uma amiga a fim de esfriar minha cabeça, não queria voltar pra casa, nem dar de cara com meu ex então dormiria nesta amiga. Só que quase meia noite, meu ex apareceu na casa dessa amiga, fazendo o maior barraco, ameaçando me matar e tudo mais. Eu envergonhada pelo escândalo na frente da casa da minha amiga resolvi sair pra conversar com ele, ele estava dentro do carro e apenas me disse pra entrar e ir embora, eu disse que não iria e pedi para ele ir embora, ele disse que se eu não fosse ele me mataria. Pois meu ex deu uma ré com o carro, engatou a 1ª e foi com tudo pra passar com o carro por cima de mim, só que nesse momento o carro simplesmente apagou todo, não acendia uma luz, não dava partida, não tinha um sinal de vida o carro, era como se não tivesse mais a parte elétrica, e isso na frente da minha amiga e dos vizinhos curiosos pelo escândalo. Meu ex entrou em desespero e começou a gritar pra eu tirar a macumba do carro dele. Bom vocês já podem imaginar que quanto ao ex a policia deu jeito, e quanto ao que aconteceu naquela hora, fiquei sabendo que um "amigo espiritual" sugou a energia da bateria do carro pra que o carro desligasse. Acreditem ou não essa história nunca mais sairá da minha cabeça.

Relato de Nil – São Bernardo do Campo - SP

Assombração de Criança – 2º Relato de Sara

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Quando eu fui dormir,eu senti que alguém me vigiava,levantei e percebi que não tinha nada,fui tentar dormir de novo e escutei debaixo da minha cama risadas de crianças,olhei e não tinha nada de manhã eu levantei,fui no banheiro,quando voltei a minha cama estava toda bagunçada,coberta no chão,travesseiro caindo achei estranho e coloquei de volta no lugar fui pra cozinha e novamente ouvi as crianças e senti algo abraçando minhas pernas,ficou mais sinistro quando isso falou comigo que eu me lembre foi assim -por favor nos ajude, daí depois de uma hora não ouvi mais nada e não senti nada.

Relato de Sara

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

O Espectro – 5º Relato do Kesley

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Olá de novo pessoal. Faz um certo tempo que isso aconteceu, eu estava dormindo quando escutei um barulho vindo da garagem. Por instinto eu me levantei e fui olhar qual o motivo do barulho, não sei porque eu fiz isso pois qualquer barulho que eu ouço eu já fico alerta, quando eu abri o porta da garagem eu vi um espectro todo de preto. Eu falei: - O que você quer aqui?. Ele então levantou a mão em minha direção e eu fui jogado para atrás. Comecei a empurrar meu corpo pois que não conseguia levantar e quando ele chegou bem perto tudo mudou, dessa vez eu estava sentado em uma cadeira bem na porta da garagem e o espectro conversava comigo mas não me lembro de absolutamente nada. Acordei com um sobressalto da cama com o barulho do meu despertador. Quando cheguei em casa, contei o ocorrido para minha mãe que ficou pasma e me disse que ELE estava tentando voltar e que eu não podia permitir isso. MEDO.

Relato do Kesley

O Filme e a Foto – 4º Relato do Kesley

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Não muito a ver com algo sobrenatural mas na época eu achei meio estranho ter acontecido. Eu, minha mãe e meu pai estávamos assistindo O Exorcismo de Emily Rose (ótimo filme por sinal assistam), bem, estava tudo indo bem até uma parte que ela da um susto do nada e a foto da minha tia que estava presa em um álbum cai, eu achei estranho mas minha mãe simplesmente recolocou a foto no lugar. Como o filme era alugado e ia ser devolvido no outro dia resolvi assisti-lo novamente e dessa vez sozinho, é ai que fica estranho, na mesma parte do filme a foto da minha tia caiu de novo e eu fiquei olhando aquela cena da foto caindo como se ela estivesse acontecendo em câmera lenta. Contei para minha mãe que também achou estranho mas devolvemos o filme normalmente te. Viu? eu disse que não tinha nada a ver.

Relato do Kesley

O Feitiço

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Eu tinha 9 anos,e nos mudamos pra uma casa muito antiga, aparentemente em bom estado, e a mais bonita da rua, mesmo sendo antiga.Eu achava muito sinistra, as janelas, as portas eram muito grande, mas as paredes não eram juntas ao teto de telha. Assim que nos mudamos, minha tia foi com a gente pra ajudar a arrumar a casa e colocar as coisas no lugar. Nos fundos havia um quintal gigantesco com 4 arvores enormes, eu e meu primo de 6 anos fomos brincar na varanda que dava acesso a esse quintal, tinha uma rampa com um portão de madeira, fazia uma barulho muito estranho. Começamos a brincar, e ouvimos uns barulhos estranhos no quintal, ai olhamos da varanda aonde estávamos que era como uma sacada, vimos que tinha alguém atrás do poço, ficamos com tanto medo que nos escondemos, o barulho aumentou e foi seguido de passos, como salto alto, abriu o portão, e vimos, que era uma mulher muito feia. Começamos a correr e como era muito grande, corremos muito, quando chegamos em casa contamos pras nossas tias e ele pra mãe dele. Bom, até parece que iriam acreditar em 2 crianças, resolvemos voltar pra buscar os brinquedos mas não vimos nada. Havia um homem, muito solitário que morava na casa colada a minha, todos diziam que ele era louco, ouvíamos ele ter crises e a irmã dele cuidava dele, ela dizia que ele tinha ficado assim por um feitiço de uma mulher que foi namorada dele, da qual ele largou. As vezes era insuportável as noites, ele gritava, quebrava tudo, gritava algo como isso ''eu tinha, eu tinha, eu tinha ela em minhas mãos'' eu era pequena não entendia por que ele sofria tanto. Naquela casa eu tinha pesadelos horríveis, uma vez teve uma terrível tempestade e eu acordei sozinha no quarto, como se algo me prendesse a cama. Passou uns dias e eu e meu primo a vimos de novo, dessa vez ela não veio atrás da gente simplesmente ficou olhando e apontando pra arvore. Minha vó resolveu cortar as arvores, no fim colocamos fogo nos galhos, só que quase terminou em um acidente. Depois de um tempo descobri que a mulher que tinha jogado o feitiço morava na casa em que eu estava e que tinha morrido sem retirar o feitiço.

Relato da Gisele

Mulher do Espelho Ou Lenda?

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Relato da Amanda

sábado, 23 de outubro de 2010

O Homem do Espelho

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Era dia das mãe e eu estava no quarto sentada no chão em cima de um edredom, pois estava arrumando o meu cabelo que íamos sair para almoçar. Numa certa hora vi refletida no espelho a imagem de um homem que estava olhando pela porta. O meu reflexo foi olhar trás para ver se tinha alguém lá, mas não havia ninguém. Depois fiquei pensando quem poderia ser e cheguei a conclusão que quem eu vi no espelho era meu avô que havia falecido fazia pouco tempo.

Relato da Raquel – São Paulo - SP

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

O Quarto Assombrado - 3º Relato do Júlio César

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Namorava uma garota de uma outra cidade e ia para lá com relativa freqüência, ou seja, quase todos finais de semana. Normalmente ficava hospedado na casa dos pais dela, ocupando um quarto que ficava do lado de fora da casa, em uma edícula. Resolvi ir deitar, naquele dia, pouco de pois da meia-noite. Logo que entrei no quarto, senti um cheiro como o de mofo. Sabia que o quarto, como era de costume, passara o dia aberto. Mas dei pouca importância ao fato, deitei e dormi. Fui despertado subitamente por um barulho, dentro do quarto. Como se fosse o arrastar de chinelos ou sapatos. E o cheiro de mofo ficou muito mais forte neste momento, quase sufocante. Sentei na cama e olhei pela janela que era coberta por uma cortina de renda transparente. Do lado de fora, havia uma mulher idosa, negra, e ela me observava com cara de poucos amigos. Levantei da cama em um salto e abri a porta, olhando na direção onde ela estava e não havia mais nada. Mesmo o cheiro havia desaparecido. 

Outras experiências ocorreram neste quarto em dias diferentes, como as luzes que se acendiam ou apagavam sem que ninguém tocasse o interruptor. Barulhos de passos também pude ouvir em outras ocasiões. O cheiro de mofo voltou outras vezes, mas nunca mais vi a senhora. 

Comentando o fato com a moça que namorava, soube que muitas pessoas relatavam ter tido experiências semelhantes às minhas naquele quarto.

Relato do Júlio Cesar – Assis - SP

A Sombra do Quarto

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Eu tinha 8 anos quando isto aconteceu comigo. Venho de uma família católica, não acreditamos em espíritos, sempre buscamos uma explicação científica para as coisas estranhas que ocorrem, mas desta vez, não houve como explicar. Eu estava dormindo em meu quarto (eu sempre dormi sozinha), e era acostumada a levantar bem cedo, quando a minha tia chegava em casa para cuidar do meu irmão, que era bebê na época, enquanto meus pais iam trabalhar. Mais ou menos umas três e meia da madrugada, eu despertei do nada. Abri os olhos e me virei para o lado do guarda roupas. De repente senti uma mão me tocando, me acariciando sobre o lençol que me cobria. No exato momento, pensei ser a minha tia que já havia chegado para olhar o meu irmão. Então, ainda olhando para o guarda roupas, eu disse: - Ah, tia... não quero acordar agora, tô com muito sono... Mas a pessoa continuou me acariciando na cama, sem responder nada. Então, ainda com os olhos no guarda roupas, eu falei mais uma vez que estava muito sonolenta para me levantar. E nada. Continuou me acariciando. Vendo que ela não me respondia, me virei para o lado para falar com ela, e então vi que não era minha tia. Era uma sombra! Não dava para ver o rosto da pessoa, mas dava para ver o formato de um ser humano, mas simplesmente era uma sombra!! No momento em que a sombra percebeu meu olhar fitando-a, ela saltou de imediato, como se levasse um susto, e foi andando de costas para o canto do meu quarto, como se eu fosse fazer algum mal a ela. Eu me levantei da cama, SEM MEDO ALGUM, o que me surpreendeu depois, e caminhei até ela, devagarinho. Ela se encolhia no canto do quarto cada vez mais, como se morresse de medo de mim. Então, eu estendi o braço e disse: "Ei!" Neste exato momento, a sombra abriu pareceu apavorada e saiu correndo do meu quarto, indo na direção do quarto ao lado, que não havia ninguém. Eu podia ver os pés dela correndo, em sombra também, até mesmo o barulho que ele fez correndo, pisando no chão. Naquela hora exata, eu acendi a luz do meu quarto e botei a cabeça pra fora, espiando o quarto ao lado, e não havia ninguém lá. Então, eu fui no quarto dos meus pais, acordei eles e disse que havia entrado alguém no meu quarto. Minha mãe se levantou de imediato, assim como meu pai, e interfonaram para o porteiro do prédio, perguntando se havia entrado alguém lá, naquela hora. O porteiro negou, nos dando a conclusão de que era impossível alguém ter entrado em casa naquela hora. Meus pais me perguntaram como era a pessoa, e quando eu disse que era uma sombra, eles riram e voltaram a se deitar, me dizendo que eu tive um pesadelo. Como eu já disse, minha família é católica, e ainda assim, não acreditam em muita coisa até mesmo do catolicismo. Espíritos não passam pela cabeça deles. Simplesmente não existem. Mas eu me lembro muito bem do que aconteceu, nunca vou me esquecer. Pelo fato de eu ter sido uma criança ainda, talvez não acreditassem em mim. Mas acontece que é verdade! Me lembro de cada detalhe do que houve, da sombra me tocando e eu dizendo que não queria levantar. Eu estava em pé, acordada, quando ela saiu correndo! Não era só um vulto, era uma sombra humana muito bem visível. Infelizmente não dava para ver o rosto, era tudo bem escuro. O fato é que duas coisas me pareceram bem estranhas naquele dia: Eu, uma criança de 8 anos, NÃO senti medo algum daquela sombra! Creio que qualquer criança normal que se depare com aquilo em seu quarto, a acariciando, levaria o maior susto e correria aos berros para o quarto dos pais; E não sei o motivo da sombra ter ficado apavorada quando eu me levantei da cama e fui até ela, encolhida no quarto. Por que teria medo de mim? E depois sair correndo? Enfim, obrigada pela atenção, agradeço a todos.

Relato da Adriana

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

O Cachorro - 2º Relato do Júlio César

 

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Este meu relato é um pouco diferente dos demais, mas, até por ser tão diverso, resolvi compartilhar com os leitores.

Estava trabalhando em uma fazenda (sou veterinário) e um cão foi atropelado por um trator. O dono da fazenda (e do cão) pediu que eu cuidasse do animal. Logo percebi que o animal encontrava-se em péssimas condições e provavelmente morreria, mas a expectativa do homem era tanta que eu salvasse seu cachorro, que eu não tive outra escolha senão levá-lo para a cidade. Eu não possuía exatamente um consultório, mas possuía recursos que, pelo menos, representariam uma tentativa. Removi o animal e fiz tudo o que pude por ele. Coloquei-o em observação e decidi descansar um pouco. Quando estava quase cochilando, naquele estado entre o sono e o despertar, vi ao lado da minha cama o tal cachorro. Estendi a mão para ele, que a lambeu amistosamente. Repentinamente, minha mente meio amortecida de sono se deu conta de que o animal, por suas condições, não poderia estar ali. Imediatamente, a imagem dele desapareceu. Corri até a sala ao lado, onde ele estava, e infelizmente certifiquei que ele havia morrido.

Não sei ao certo se foi uma ilusão pregada pelo meu cansaço, mas preferi acreditar que era um agradecimento.

Relato de Júlio César - Assis - SP

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Aparição da Menina

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Eu trabalhava em uma fazenda, a uns 6 km da cidade. Para se chegar a este local, era necessário entrar em uma estrada de terra esburacada em que o carro ia bem devagar. Passei mais tempo lá do que previ a princípio, assim, quando saí já era noite. Fui seguindo na estrada bem devagar já que, para piorar as coisas tinha chovido a tarde. Quando já tinha seguido por uns 15 min, reparei ao lado da estrada uma menina de uns oito anos, parada perto de uma árvore. Eu continuei e ela foi me seguindo com o olhar. Pensei que se tratava de uma moradora do local.  Continuei e então realmente me assustei.Próximo a uma cerca, lá estava a menina de novo. Mesmo que eu fosse devagar, jamais ela teria chegado ali em tão pouco tempo. O problema é que eu tinha que ir devagar, pelas condições ruins da estrada. Passei por ela me olhando de novo. Assim que ultrapassei o local onde estava, olhei pelo retrovisor... E não havia nada! Ela sumira. 

Tentei ir o mais rápido possível e cheguei na cidade em tempo recorde. Quando apanhei minha maleta, verifiquei que tudo que havia nela havia sido revirado. Havia instrumentos quebrados, vidros, tudo na mais completa desordem. O interessante é que tudo naquela maleta era preso por elásticos e velcros. Nada ia solto. Mas, nada estava no lugar, como se alguém tivesse revirado ou mexido nos objetos.

Relato de Júlio César - Assis - S.P.

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

A Proteção – 3º Relato do Kesley

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Não lembro quantos anos eu tinha quando aconteceu. Acordei durante a noite, sentido que havia alguém perto de mim, quando abri os olhos, percebi que tinha algo me cobrindo, na verdade, me prendendo no meu próprio cobertor, comecei a ficar com falta de ar enquanto aquilo que me prendeu simplesmente ia embora. Quando consegui me soltar tentei me levantar para ver o que tinha acabado de acontecer e uma voz meio grossa e muito calma me disse : "- Calma já mandei ele embora, ele não vai mais te incomodar." A voz transmitia muita paz e calma e voltei a dormir no mesmo instante. Só acordei no outro dia e contei o que havia passado na noite anterior aos meus pais e meu pai me disse que Jesus havia falado comigo e tinha me protegido. Senti a mesma paz de antes e fiquei com um sorriso estampado no rosto.

Relato do Kesley -

O Fantasma da Mulher

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Meu filho mais novo não estava dormindo bem à noite. Estava com pesadelos, um sono inquieto toda noite. Fui conversar com ele, tentar descobrir se havia algo que estava perturbando, algum problema. Ele me disse meio envergonhado que durante a noite havia uma mulher que entrava no quarto dele e o assustava. Falou que ela mexia nas cobertas dele, que ficava andando no quarto e que tinha medo dela "porque ela era má". Na verdade, eu não morava com a mãe dele, nós éramos separados mas, naquela semana, ela me pediu que eu ficasse com o menino porque ela iria sair.

Eu deitei em uma cama de abrir do lado do meu filho mais novo e esperei que ele dormisse. Quando estava quase pegando no sono, ouvi um barulho de passos, como saltos de sapato batendo no assoalho de madeira. A princípio, achei que era minha ex-esposa que havia chagado mais cedo. Mas, de repente, vi do lado do meu filho, meio debruçada sobre ele, uma mulher. Ela tinha cabelos curtos e loiros e usava uma espécie de chapéu pequeno. Os olhos dela eram fundos e não se conseguia ver a íris, era tudo escuro. Todo o olho era como se fosse um buraco escuro. Não que ela me parecesse "material", ela era meio transparente. Rezei para que Deus tirasse aquilo de perto do meu menino. Na mesma hora, ela se virou para mim e me pareceu estar com raiva. Foi como se o quarto se iluminasse num instante e ela desapareceu, da mesma forma que a luz. 

Nunca mais ele reclamou da "mulher má", passou a dormir tranquilamente. Anos depois, após também a mudança daquela casa, minha ex-mulher me falou, por acaso, que na casa onde tinha visto a mulher havia morado uma dançarina, que tinha morrido acidentalmente (ou não) por uma overdose de remédios. Ela era loira e tinha cabelos curtos.

Relato de Leonardo - Belém - PA

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Poltergeist em Minha Casa

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Eu morei em uma casa no interior que foi muito marcante na minha vida. Fui para este local quando tinha por volta de meus seis anos, junto de meus pais e 3 irmãos. Logo que chegamos, eu lembro de ter visto um garoto de por volta de seus treze ou catorze anos, sentado na sala. O garoto, ninguém mais o viu, e o fato ficou como se fosse algo de minha imaginação. Mas eu tinha certeza de tê-lo visto.

Na mesma semana, começaram acontecimentos que nada dentro da razão poderia explicar. Os pratos se quebravam sozinhos, no armário ou na mesa, onde estivessem. A mesma coisa acontecia com copos e outros objetos de vidro ou cerâmica. Minha mãe, muito simples, acreditava que estes fatos eram produzidos por nós, ainda crianças, por traquinagem. Mas, nós sabíamos que nada tínhamos feito. Depois disso, começaram ruídos noturnos. Eram passos, gemidos, gargalhadas. Depois de dias, começamos todos, inclusive meus pais, a vermos vultos e sombras, mesmo durante o dia. Passavam de um cômodo para outro, sumiam nas paredes.

Numa noite, meu irmão mais jovem que tinha na época cerca de 3 anos, começou a gritar desesperado. Meu pai correu até ele e pudemos ver nos seus braços e costas, marcas de arranhão. Eram marcas apenas, não havia corte nenhum, mas estavam vermelhas e inchadas. Meu irmão, quando meu pai perguntou-lhe quem havia feito aquilo, disse que havia sido "o menino". Essa foi apenas a primeira noite de muitas outras. A cada dia, o caso ficava pior. Contudo, "aquilo" apenas atacava ao meu irmão mais novo. Somente os outros fenômenos nós presenciávamos.

Minha mãe queria pedir ajuda religiosa, mas meu pai não permitia. Ele não acreditava em nada, nem mesmo em Deus. Mesmo assim, minha mãe acabou por pedir ajuda e, seja como for, surgiu uma vaga para meu pai em outra cidade e nos mudamos desta casa. Soubemos depois que as pessoas que moraram lá tiveram os mesmos problemas, mas que, graças a ajuda que receberam de um religioso, conseguiram vencer o que existia ali.

Relato da Helena – São Paulo - SP

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

A Prova do Meu Avô – 4º Relato da Cristina

Aos admiradores dos Relatos da Cristina de Santo André, segue agora, mais um de seus excelentes relatos: "A Prova do Meu Avô".

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Não é novidade para ninguém que no tempo do cangaço ocorria muitos crimes tanto provocados pelos cangaceiros de uma forma geral, quanto pela polícia, pelo coronelismo da época. Neste tempo havia muitas desovas no sertão da caatinga, várias pessoas foram assassinadas e jogados seus corpos nas areias quentes do sertão e quantas delas não clamaram por justiça. Meu avô viveu nesta época, homem muito religioso não acreditava de forma alguma no sobrenatural, na possibilidade do contínuo da vida após a morte. Minha avó foi vitima desse preconceito, moça jovem na época, possuía uma mediunidade agressiva, o dom da vidência, conversava com os espíritos como estivesse conversando com os vivos, meu avô homem xucro,simples, sem muita cultura, não acreditava, e por mais que a amava já estava voltado a interna-lá em uma casa de loucos como era chamada na época. Minha avó não sabia de nada disso, mas havia sido alertada pelos espíritos do planejado e do aconselhamento de familiares e amigos de meu avô. Certo dia, acordou preparou a mesa do café e disse a ele: - Hoje irei provar a você, que existe vida após a morte. Ele desdenhou. E ela continuou. - Hoje você a noite terá que atravessar a caatinga, tome cuidado e preste muito atenção no seu animal (que era o cavalo). Ele ficou quieto, meio injuriado e saiu. Chegando a noite se despediu dela e se foi, quando estava já no meio da caatinga, em pleno breu da noite, só a luz da lamparina iluminava a ele, seu cavalo empacou como se visse uma cobra ou algo perigoso, ele iluminou em volta e não viu nada, mas subiu um calafrio gelado em sua espinha, e nesta hora lembrou das palavras de minha avó. De repente, olhando a frente, viu uma luz, branca, do tamanho da luz de um vagalume vindo em sua direção, e essa luz foi aumentando.. aumentando..até virar um círculo de luz, no centro uma figura, quando a mesma foi se aproximando uns 15mts de distância dele, pode observar que a figura era um espectro, um esqueleto vindo em sua direção. Na hora se armou com a espingarda, por mais que soubesse que aquilo não iria se intimar com balas, e a única coisa que conseguiu fazer, porque o medo fora muito grande foi chamar pela providência divina de Nossa Senhora e começou a rezar o credo, e aquilo simplesmente formou-se uma nuvem acinzentada e desapareceu, depois disso nunca mais duvidou da mediunidade da minha avó. Meu avô foi um homem honrado, criou vários filhos e sua palavra era sua honra e moral, e essa história tive o privilégio de ouvir de sua boca, o qual jurava ser verídica, jurava pelo seu nome e pela sua honra de homem. Sempre nos orientava a nunca debochar do que não conhecemos e principalmente que há várias moradas do senhor. E o mais importante aliviado de saber que minha avó não era louca, pode salva-lá da internação e viveu com ela feliz por mais alguns anos. Algo que sempre observei esses fenômenos paranormais, espirituais costumam acontecer com pessoas sempre em duas situações particulares uma - pessoas de muita fé, abertas espiritualmente ao contato, e outra - pessoas de nenhuma fé, as quais acabam descobrindo e despertando sua fé de uma forma completa e evidente.

Relato da Cristina – Santo André

A Moça com Xale

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Trabalhava em uma lanchonete próxima a uma estação de trens. Chegava muito cedo e começava meu serviço antes de abrir as portas para o público. Como servíamos café e lanches, muito cedo já tinha gente esperando na porta para a hora que abríssemos. Estávamos eu e uma colega terminando o café e preparando algumas outras coisas quando ouvimos bater na porta de metal. Bateu várias vezes e eu fui abrir, pensando que era um cliente mais afobado. Ergui a porta e havia uma mulher do lado de fora, enrolada em um xale. A mulher estava meio mal-vestida e era jovem, tinha uns 25 anos, mais ou menos. Eu falei pra ela que podia entrar já. Terminei de erguer a porta e vi ela indo para o fundo da lanchonete e sentando em uma das mesinhas.A minha colega que estava terminando o café, ainda deu uma olhadinha para trás e viu a moça na mesinha. Fui para trás do balcão (que ficava entre eu e ela) e peguei um bloquinho de papel para anotar o pedido dela. Quando olhei de novo, depois de um seguidinho, a moça não estava mais ali. Perguntei pra colega aonde estava a mulher. Ela disse que deveria ter ido ao banheiro. Mas ninguém saiu de lá mesmo depois. Eu e minha colega ficamos meio assustadas mas, com medo de acharem que a gente era louca, não comentamos com ninguém, só entre nós duas mesmo.

No dia seguinte, quando entrei pra trabalhar, o dono do lugar estava com uns palitinhos japoneses verdes de incenso acesos. Fiquei espantada do dono estar ali naquela hora, porque ele chegava muito depois de mim. Era eu e minha colega que abríamos a lanchonete. Ele chamou a eu e ela para rezarmos com ele. Depois que rezamos, ele contou que depois que fomos embora (a gente saía às 17h), ele viu diversas vezes uma moça com um xale e essa moça desaparecia toda hora. Falou que sentiu cheiro de velas queimando. Ele nos falou que era um espírito perdido e que outros comerciantes dali do lugar já a tinham visto muitas vezes. Que ela tinha sido assassinada por um bandido naquela rua, uns 3 anos atrás, e que foi vista em muitos comércios depois. 

Eu e a minha colega fomos naquele dia mesmo pedir por aquela alma. 

Relato de Juraci – São Paulo - SP

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

A Figura Negra – 2º Relato de Kesley

 

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Aconteceu nessas últimas férias. Eu fui passar uns tempos na casa da minha tia no interior de São Paulo. Desde a hora que cheguei lá, sentia uma intensa dor de cabeça que não passava, eu podia tomar remédio e tudo mais mas a dor não passava. A noite, foi quando tudo começou, eu não conseguia pegar no sono, de jeito nenhum, eu havia escutado música, assistido televisão e nada de eu dormir. Quando deu 3 (três) da manhã, eu estava deitado de lado, olhando para a luz que vinha do banheiro, minha porta estava entre aberta, ai a porta do quarto começou a se abrir lentamente e fui tomado por um arrepio pelo corpo todo, depois, eu vi um figura negra indo em direção ao banheiro e mexendo nas coisas. Tive muito medo e no dia seguinte, contei a minha tia tudo que havia acontecido a noite passada e ela me disse que também tinha visto o mesmo que eu.MEDO. Depois,na outra noite, mais um acontecimento estranho, eu estava sem sono,de novo, então me virei para a parede para tentar dormir, e aconteceu: escutei uma voz dizendo : "- Ei, tem um cachorro aqui, e esses é dos seus." Meu Deus, comecei a escutar vários latidos por todo o quarto, como se cachorros estivessem ao meu redor e sentia mordidas pelo corpo. Gritava pela minha tia, mas de nada adianta pois minha voz não saia. No dia seguinte, acordei cedo e com dores no corpo e quando fui olhar meu corpo, havia hematomas no lugar onde sentia estar sendo mordido. As noites seguintes passaram quase que do mesmo jeito mas logo fui esquecendo do assunto e já conseguia dormir cedo e parei de sentir que estavam me perturbando.

Relato de Kesley

Realidade Alternativa


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Mais ou menos 6 meses depois do falecimento do meu pai, eu estava quase dormindo (este estágio intermediário entre a vigília e o sono tem um nome mas não me lembro agora, mas é quando coisas estranhas acontecem comigo), bem de repente estava parada na porta do quarto e vi meu pai vivendo? me lembro que ele estava preparando seu café da manhã, e ao invés de noite era dia claro, eu sabia que ele havia criado esta realidade só dele, eu sabia que nessa realidade eu não existia, curioso foi que ao invés de me impressionar com o que via, me peguei pensando o porque estava querendo passar pela porta já que eu sabia que não estava no meu corpo, o fato de presenciar a visão de meu pai depois de morto não me impressionou nada enquanto estava no momento, nem o fato o de estar vendo a cena toda, como posso dizer, o que se passava fora e dentro dele. Depois dessa experiência fico pensando por quanto tempo ainda ele ficou ou ainda esta nessa realidade alternativa, e porque? e principalmente será que a maioria de nós inclusive eu vou criar uma realidade depois de morrer?
Relato de Suzana

domingo, 10 de outubro de 2010

A Ponte Assombrada

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Perto da casa que a gente tinha ido morar naquele ano havia uma ponte que passava em cima de um riozinho. Eu e a minha irmã quando íamos trabalhar, sempre passávamos por esta ponte para cortar caminho. A gente passava muito cedo, quando nem tinha clareado. Um dia, eu a minha irmã começamos a passar pela ponte e quando estávamos na metade, começamos a ouvir uns barulhos como se fosse um choro. Nós começamos a procurar pra saber de onde vinha. E aquilo foi ficando mais alto e deu para ouvir que a pessoa pedia mesmo socorro.Estava escuro e a gente ficou com medo de descer. Minha irmã falou pra mim ficar que ela ia chamar alguém em uma casa que ficava um pouco antes. Ela saiu correndo e eu fiquei. De quando em quando, a voz voltava e eu perguntava em voz alta onde que a pessoa estava. Mas ela (parecia ser uma mulher ou uma criança) não respondia a minha pergunta. Me deu muito medo.

Quando minha irmã voltou, a voz já tinha parado. Estava tudo em silêncio. Ela tinha chamado o dono da casa que ficava antes e ele estava acompanhando minha irmã. Ela estava branca que nem cera. O homem falou pra ela que depois que uma moça tinha sido morta naquele local pelo marido, de tempos em tempos, ela perturbava as pessoas. Ela chorava, pedia ajuda e às vezes até aparecia para as pessoas. O homem acompanhou a gente até perto do trabalho, porque ficamos muito assustadas. Ele também disse que sempre que havia esses problemas com o fantasma da moça, tinha que chamar alguém para abençoar o lugar.

A gente, graças a Deus, não viu nada, só ouvimos mesmo. Mas nunca mais cortamos caminho por lá.

Relato de Irene - Cabreúva - SP

O Estranho Caso de Poltergeist - 3º Relato da Cristina

 

Mais um caso narrado pela Cristina de Santo André. Para os seus admiradores.... Conheça "O Estranho Caso de Poltergeist".

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Já faz muitos anos, na realidade foi assim: essa senhorazinha morava sozinha, muito solitária e acabou sendo vitima de marginais que a assaltaram e a mataram, inclusive disseram que encontraram o corpo depois de alguns dias, tipo abandono mesmo. Passado um tempo, a casa primeiramente foi colocada a venda, só que não vendia de maneira nenhuma, depois a família a colocou para alugar, foi quando os familiares dessa minha amiga acabaram alugando a casa. No começo foi tudo tranquilo, com o passar de alguns dias, começaram os primeiros fenômenos, primeiro foram os cheiros, principalmente de café, fresco feito na hora, depois o chuveiro que ligava sozinho como se tivesse alguém tomando banho, quando ela me contou inclusive ela disse que teve um dia que realmente assustou, o café tinha sido feito. A dona da casa, perguntou para a filha se tinha sido ela, ela disse que não, e ficou aquela coisa no ar, tipo .. quem foi? E os sons começaram a aumentar, copos que se quebravam, passos pela casa etc. Até que um dia a filha dela assistindo televisão, sozinha.. do nada .. apareceu a velhinha na frente dela, brava, e disse:

-  Saia da minha casa! Saia agora daqui!!!

Ela quase caiu dura, o pior .. a velhinha sumiu, desapareceu. Ai começaram a acontecer fenômenos mais agressivos, e cada vez que ia alguém tipo benzer a casa, os fenômenos ficavam mais fortes. Até que resolveram procurar a imobiliária e relatar o que estava acontecendo, e especula ali.. acolá.. Acabaram descobrindo que a família proprietária havia escondido o fato do assassinato. Foi quando amigos, aconselharam a procurar ajuda espiritual, mas pelo que ela me contou deu trabalho para conscientizar o espírito da senhora que ela estava morta. Mas, graças a esta ajuda, tudo acabou.

Relato de Cristina - Santo André - SP

O Velório - 2º Relato da Cristina

Atendendo aos inúmeros e-mails pedindo por mais um relato da Cristina de Santo André, segue agora, mais um de seus excelentes relatos. Para os admiradores da Cristina: "O Velório".

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Aconteceu um  fato familiar muito intrigante.  Na época eu tinha uns 11 anos e minha prima uns 14 para 15 anos, estávamos em um enterro de um tio nosso. Minha prima, lembro como hoje .. foi aqui no cemitério das lágrimas em São Caetano, ela disse para minha tia que ia dar umas voltas. Passou quase uma hora quando do nada, a minha prima me entra no velório dizendo ter visto um espírito de uma senhora. Ela disse que estava andando pelos corredores do cemitério quando apareceu uma senhorazinha .. palavras dela.. muito fofinha, de vestidinho rendadinho, bem linda mesmo, e com um tercinho na mão e um papelzinho, ela pediu para minha prima ajudá-la a achar uma determinada gaveta, que ela não estava conseguindo .. minha prima, muito dada.. pegou o papelzinho e foi conversando com ela e procurando o número e ela vinha um pouco atrás do lado dela.

Quando de repente começou a chegar à numeração da gaveta, qual foi a surpresa dela que quando ela viu o número, tinha uma foto de uma senhora, que era a própria... e o tercinho pendurado, balançando.. Eu não lembro a gaveta, mas meus primos na época irmãos dela, inclusive um que era médium, foi lá e viu, e era verdade. Mas a senhora já tinha falecido há muitos anos atrás. Olha faz muito tempo que não vejo essa minha prima, mas acho que ela deve ter até hoje guardado o papelzinho, só que é assim ela .. não gosta nem de comentar o episódio.. morre de medo.. ela quase desmaiou na época, chegou pálida, passando mal, imagina a cena, dentro de um velório...
A energia deste lugar é imensa, cemitério muito antigo, o círculo energético é imenso.

Relato de Cristina - Santo André - SP

sábado, 9 de outubro de 2010

O Fantasma da Noiva

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Não sei se vocês vão acreditar, mas eu estou aqui digitando para vocês porque eu sei que é verdade, porque eu estava lá.   Há mais ou menos uns três anos atrás,  eu estava na casa da minha vizinha com meus primos,brincando de esconde-esconde.Todos nós fomos nos esconder e minha prima foi contar; aí ela começou a procurar e me achou, a minha vizinha e o meu vizinho e ficou faltando o irmão dela(meu primo). Estava demorando demais para ela achar o irmão dela e eu resolvi ajuda-lá. No corredor da casa da minha vizinha é muito escuro,então eu e minha prima fomos lá ver se ele estava lá,antes de nós entrarmos no corredor minha prima viu algo em cima do muro,ai ela disse:

- Pode sair daí, Vini (irmão dela)

Mas demorou muito para responder ai eu fui até lá para falar para ele, que já tinha achado ele,mas quando eu cheguei bem perto não era ele. Era uma mulher com vestido de noiva,cabelos enormes pretos,com o pé saindo sangue.Ficamos em estado de choque e paramos de brincar. Quando cheguei em casa já era tarde e meus primos tinham indo embora,ai eu tomei banho e fui dormir. Cobri minha cabeça com um pressentimento muito estranho de que se eu descobrisse a cabeça, viria algo que não fosse desse mundo(tenho esse dom de sentir presença de espíritos antes de vê-lós). Quando eu descobri a cabeça, vi uma menina na janela do meu quarto com o rosto todo desfigurado. - É isso ai gente acredite se quiser, só estou aqui para contar minha historia.

Relato do Lucas

Fatos Intrigantes - 6º Relato da Amy

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Aqui estão alguns fatos em relação a minha sensibilidade:

Eu já cheguei a ouvir (por exemplo) me chamarem mas não ser ninguém ou então cheguei a responder perguntas (isso é MUITO raro) que pessoas pensaram MAS não tinham ainda feito.

Já vi as aparições chamadas de "Shadow People".

A + interessante foi uma na qual uma delas estava espreitando a porta entre-aberta do meu quarto (bem de manhãzinha), mas ao "ver" / "sentir" que eu estava acordada e olhando para ela, esta fugiu de mim... o.o

Cheguei a me levantar e ir atrás, mas não achei nenhum vestígio dela.

Se me lembro bem, foi depois disto que comecei a dormir de porta fechada a chave. XD

Algumas vezes quando o ambiente está "estranho" ou não estou "só" (no sentido espiritual) sinto não só um frio na espinha e o "comum" arrepio na nuca mas também uma sensação forte de formigamento no couro cabeludo, meus pêlos ficam eriçados e meus olhos começam a lacrimejar do nada.

A última vez que algo marcante me aconteceu foi em 2002, na semana que meu pai faleceu, eu acordei com uma Yūrei (fantasma vingativa oriental) flutuando em cima de mim e ao URRAR (sim, não foi um grito que soltei) de susto e colocar meus braços em frente ao meu rosto num movimento de defesa ela sumiu.

Fato que me incomoda até hoje, é que em 2004 ao ir no cinema ver um remake de um filme japonês vi a mesma fantasma (era MUITO parecida) representada na tela, no filme O Grito (Ju-on: The Grudge).

Saí MUITO mal do cinema, com medo de revê-lá, coisa que (ainda bem) não aconteceu.

Aqui vai uma dica: CASO vocês se depararem com algo sobrenatural, tentem não se deixar levar pelo medo, pois é exatamente isso que fortalece alguns tipos de espectros.

Relato da Amy – Bragança Paulista - SP

A Criatura – 5º Relato da Amy

 

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Certa ocasião eu, minha amiga (também "sensitiva") e um amigo estávamos descendo a noite uma rua da minha cidade, quando tive a sensação nítida de estarmos sendo seguidos (até então a rua estava quase deserta pelo horário).

Ao me virar para olhar me deparei na outra rua (a alguns metros de nós e flutuando) uma criatura que parecia estar em volta a uma mortalha negra, com cabelos (?) longos cobrindo o rosto, longas garras/unhas nas mãos (?) e sem (aparentemente) pernas.

Devo ter ficada pálida na hora porque minha amiga perguntou o que tinha acontecido e eu só falei: Olha...

Ela se virou para a direção que apontei com o olhar e disse: Corre!

Então nós 3 corremos (nosso amigo sem saber do porque só acompanhou, coitado) até chegarmos numa avenida com movimento.

Depois de voltarmos a apenas caminhar eu perguntei o que ela tinha visto e (para minha surpresa) ela descreveu a MESMA criatura que eu tinha enxergado.

Relato da Amy – Bragança Paulista - SP

Assombração no Teatro

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Eu tinha 14 anos quando aconteceu. Eu fazia teatro junto com meus amigos depois da escola mas nesse dia eu fui o primeiro a chegar no local. Cheguei uma hora antes e como não havia ninguém, resolvi ensaiar minhas falas. No palco, no lado direito das coxias, havia uma cadeira e uma mesa onde me sentei para ensaiar. Foi quando aconteceu. Senti que algo estava quente em minhas costas, e fui ficando cada vez sem mais sem ar, senti duas mãos em cima dos meus ombros e perdi a noção do tempo por alguns segundos. Me virei rapidamente e tudo desapareceu com um vento, enquanto as coxias balançavam. Fiquei trêmulo e pálido, meus amigos e o professor chegaram e me encontraram naquele estado, contei-lhes o que havia acontecido e fui tachado de louco. Mesmo ninguém acreditando em mim, eu sei o que eu senti e depois dessa experiência, passei a ver espíritos, a ter visões e tudo mais, além de ver o inimigo que deixou bem claro que quer de mim, "o que ele não conseguiu dos outros".

Relato do Kesley

Premonição e Proteção – 5º Relato da Vanessa

 

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Espero que este pequeno relato passa ajudar a uma pessoa em especial,a entender que tudo que se passa pode ser sim verdadeiro e além da imaginação. Eu me casei nova mas foi com o grande amor da minha vida, diria que foi minha alma gêmea. O tempo se passou e nem tudo foi tão maravilhoso. Morávamos em uma vila bem estranha onde a dona dela tinha sua casa principal bem no fim da rua e ficava sentada o dia todo em seu banquinho com dois cachorros lavrador deitados a seus pés e uma espingarda no colo. Parece cena de filme, humm talvez mas foi lá que eu me enfiei. Um dia, que poderia ter sido comum, estava eu lavando roupa no tanque, eu tinha um pastor alemão com Husky siberiano que ganhei de presente de casamento era minha paixão, ele começou a uivar, normal para esta raça, mas não naquele dia. Ele uivava olhando para mim era só eu e ele naquela casa, aquele dia meu falecido marido tinha saído para procurar emprego, pelo menos era o que ele me disse de manhã. Eu estava ficando impaciente com os uivos e resolvi encará-lo para chamar a tenção, mas os olhos dele estavam nos meus e eu vi tudo nesta hora. Foi um flash de 5 segundos se não me falha a memória, haviam três homens correndo pela rua principal eu os vi em tempo real, um estava armado, o outro pulou meu portão e logo desapareceu, o terceiro pulou a casa da senhora dona da vila e foi em direção a mata dos fundos, o com a arma atirava em direção a ele. Eu acordei com o latido do cão olhei para ele e ele estava olhando para o portão, foram exatamente um minuto vi o primeiro correr em direção a mata, o segundo pular o meu portão e me pegou pela cintura me jogou para dentro da casa no chão da cozinha e o terceiro vi a sombra dele na janela da cozinha com a arma apontada para a mata atirando 3 vezes. Quem eu vi no meu flash de premonição e quem me jogou no chão foi meu falecido e ex marido. O cão até hoje eu me pergunto ele também viu? Ele foi influenciado a me despertar da minha distração aparente para me mostrar o que iria acontecer para que eu não me movesse e fosse atingida? Só sei que esta foi a minha primeira premonição porque o varal ficava em frente ao portão onde aconteceram os tiros, eu poderia estar lá no meio se não fosse pela visão que me fez enxergar o que estava para acontecer e me fez ficar paralisada em transe pelos segundos que não dariam tempo de eu chegar ao local de tudo. Sorte, premonição, auxilio e proteção, é como eu classifico esta passagem, eu não estava sozinha como eu imaginava, eles estavam lá novamente nunca me deixando só!

Relato da Vanessa – Moji Mirim - SP

A Brincadeira do Copo

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Quando tinha por volta de 14 anos, a brincadeira do copo, se tornou uma mania para mim e para minhas amigas que simplesmente adoravam, fazíamos a brincadeira sempre, nos mesmos horários e sempre com as mesmas pessoas participando. Aquilo para nós, nos levava ao inusitado, a um outro plano. No começo na primeira experiência, achávamos que não iriamos conseguir, até que o copo andou literalmente pela primeira vez, sempre se manifestava um espírito que se auto identificava como A Avó, se mostrava um espírito dócil, gentil, e nos dava sempre ótimos conselhos, adorávamos esse contato com ela, até que infelizmente alguns fatores começaram a interferir, um outro espírito, se identificava como um espírito de um homem, não dizia seu no me, muito agressivo e ofensivo, falava palavrões e dizia ameaças. Numa dessas experiências, esse espírito praticamente expulsou o espírito da A Avó, e uma das meninas ficou muito irritada com ele, e começou a dizer para que ele fosse embora, ofende-ló, e o copo começou a tremer, e andar muito rápido e não conseguíamos soltar dele, quando ele começou a escrever .. E disse prá ela, que naquela noite ele iria tirar dela algo que ela amava muito, e que ela iria se arrepender muito de ter se metido com ele, ameaças acompanhadas de muitas ofensas e palavrões, enfim com muito sacrifício, por que nossos corpos ficaram adormecidos por vários minutos, acabamos com a brincadeira. Ela foi para casa, duvidando da ameaça, mas para sua infeliz surpresa, quando chegou de frente de sua casa, sua cachorra uma pastora linda, estava degolada no portão, na lança, como se alguém tivesse colocado ela ali, e o mais estranho ...seus pais e irmãos estavam em casa, e simplesmente não ouviram nada. Essa história que vivenciei e presenciei, serve de alerta para que o lidar/manipular o espiritual exige-se cautela, sabedoria e conhecimento e não é para curiosos e muito menos para brincadeiras infantis, e principalmente pede-se muito respeito para com os que já pertencem ao outro plano. Iguais a essa brincadeira, existem outras como a da bíblia tão perigosa e campo de atração quanto. Espero ter contribuído, abraços a todos.

Relato de Cristina - Santo André - SP

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

A Visita

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Minha mãe estava internada no hospital, e apesar de ter sido internada em condições muito ruins, tinha apresentado uma boa melhora nos últimos dias. O médico havia dito que talvez no dia seguinte ela receberia alta e poderíamos traze-lá para casa. Ela estava feliz em poder sair do hospital já que, sentia-se muito deprimida por estar longe de casa. 

Fui para casa para descansar um pouco já que, nos últimos dias, eu tinha ficado praticamente acordado quase todas as noites ao lado de minha mãe. Minha irmã havia me substituído na companhia a ela no hospital. Deitei de bruços e logo comecei a dormir. Senti como se minha nuca tivesse sido tocada por mãos frias. Olhei de lado e nada vi. Fechei os olhos e uns instantes depois, novamente eu senti me tocar. De novo, não vi ninguém. Comecei a tentar dormir de novo, mas foi como se alguém sussurrasse no meu ouvido:

- Marco, acorda! - era a voz da minha mãe.

Levantei de uma vez, assustado. Na porta do quarto, havia como uma névoa esbranquiçada que me lembrava uma forma humana. Essa névoa passou para a sala. Tentei acender a luz do abajur que ficava no criado-mudo. Mas a lâmpada não acendeu. Fui até a sala e os demais cômodos. Não havia nada de diferente na casa. 

Peguei o telefone e liguei para minha irmã que estava no hospital com a minha mãe. A minha irmã atendeu chorando; minha mãe acabara de falecer. No mesmo momento, a luz do abajur que eu não conseguira ligar, acendeu sozinha no quarto.

Relato de Marco - Maceió - AL

Estranhos Acontecimentos – 4º Relato da Amy


Para todos os admiradores dos relatos da Amy, hoje acabamos de receber mais três de suas experiências. Assim, para todos que pediram por e-mail por mais um relato da Amy, leia agora “Estranhos Acontecimentos”.
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Lembrei de + 3 experiências interessantes que tive (e nestas eu não estava só).

A primeira foi num almoço com meus pais.
Meu pai pegou a jarra de suco e encheu seu copo, do nada um pingo grande de suco caiu na toalha e minha mãe retrucou para ele ter + cuidado MAS ao colocar o copo na mesa, este se DIVIDIU (não partiu ou quebrou) em 2 partes iguais (como se feito por uma espada) derramando todo o suco.
Também eu e minha mãe numa antiga casa ouvimos batidas na porta do banheiro, passos no forro, correntes gélidas de ar numa tarde de verão e coisas do gênero.

A segunda foi quando estava amigada com uma pessoa Adventista do Sétimo Dia e estávamos no nosso quarto fazendo sua filhinha  dormir.
Esta estava no nosso meio e de-repente algo bateu forte no chão do quarto como algum chinelo (ou calçado), foi real porque a menina agarrou de susto no braço da minha ex e esta me perguntou se eu também tinha ouvido isso. Fora as aparições que ambas vimos.

A terceira foi + recente, com meu ex namorado, nós no apartamento dele vimos sair do banheiro do quarto uma orbe azul que flutuou pelo quarto e saiu pela janela da cozinha e não havia como ser algo refletido da rua.
Certa vez, também, ele (dormindo em casa) me acordou apavorado (e chegou até a me machucar pela força com a que agarrava meu braço), dizendo que havia "algo" na porta do quarto (minha mãe estava dormindo).

Muitas vezes coisas assim ocorrem com pessoas que são céticas mas estão ligadas a mim.
Agora eu pergunto: será que EU é que sou assombrada?
Relato da Amy – Bragança Paulista - SP

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Um Terrível Pesadelo – 5º Relato da Vanessa

Para todos os admiradores dos relatos da Vanessa, hoje acabamos de receber mais uma de suas experiências. Assim, para todos que pediram por e-mail por mais um relato da Vanessa, leia agora “Um Terrível Pesadelo”.

 

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Olá queridos amigos, hoje meu relato é um pouco diferente, mesmo até para mim que estou acostumada com o o segundo mundo como prefiro chamar desde pequena. O mundo dos espíritos para mim era formado apenas em surpresas, pelo menos para mim, nunca se sabe o que vai acontecer. Sempre tive insônias, as vezes era forçada a tê-las, sempre tive sonhos estranhos, manipulados, mas nunca os levei em consideração pois foram poucos que davam para contar a dedo e sem muitos significados... Domingo, 03/10/2010 03:15 da manha, nunca gostei desse horário e não sei lhes dizer o porque mas sempre me dá calafrios e fico ansiosa e agitada. Eu estava no quarto dormindo sozinha, meu marido cochilava na sala assistindo um filme, meu corpo despertou fazendo eu sentir a cama e o ar, o cheiro do quarto e o som da TV, mas meu espírito não o acompanhou, eu fui levada para um passeio. Estava em uma rua reta vazia e havia alguém atrás de mim sempre sussurrando ao meu ouvido e estava bem próximo eu o sentia e era real. Entraram no meu sonho, brincaram com minha mente, eu não conseguia acordar mas eu sentia eu me mexer eu sabia onde eu estava. Brincaram com a imagem das minhas filhas na minha mente, simularam acidentes, choros, pedidos de socorro, tem alguém que não está a muito a fim de ser meu amigo. Eu conseguia me mexer e falar com o pensamento, eu dizia para parar e algo no meu ouvido dizia, "não, é você quem tem que parar eu tô avisando." Eu disse que era para sair da minha mente que eu não o autorizava a manipular meus sonhos, nem minha vida e pensamentos. As imagens das minhas filhas sofrendo acidentes iam passando como flash e ele me dizia:" Eu quero que pare, já não é o suficiente? o que você quer mais? você já sabe de mais é melhor parar, não vai ganhar nada com isso. Você não está sozinha, nunca esteve lembre-se disso." As cenas terríveis pararam e eu estava em uma rua diferente agora eu estava no centro e ao redor começaram a aparecer muitos repetindo " você não está sozinha, lembre-se disso" varias e varias vezes eu usei minhas mãos para tapar meus ouvidos e gritei "NÃO!" com muita força. Eles estavam se aproximando de mim fechando a roda a minha volta, eram vários espíritos e vinham em minha direção A imagem explodiu feito uma fumaça e eu consegui abrir os olhos, eu estava com as mãos realmente nos ouvidos e estava semi sentada na cama. Meu esposo assustado disse que eu estava gritando muito e me debatendo que eu estava fria como um cubo de gelo e estava falando sozinha. Eu disse que tinha sido apenas um sonho, ele voltou a dormir, eu olhei ao redor do quarto escuro e o mandei parar e sair, ele andava de um lado para o outro, eu não o via mas eu sentia ele se mover. Ele parou e logo se foi. 07/10/2010 1:55 Minha filha está a 3 dias doente e dormindo comigo, exatamente nesta hora eu sinto alguém deitar entre nós duas, aproximando-se do meu ouvido e dizendo "Vanessa!". A voz é masculina, suave eu abri meus olhos pois ainda não estava dormindo, perguntei quem era e o que queria, ele não me respondeu mas estava ali, observando.

 

Relato da Vanessa – Moji-Mirim - SP

Aparição no Ônibus

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Estava voltando para a minha cidade de ônibus, depois de ter feito um trabalho em outra localidade, que ficava há umas seis horas de viagem. O ônibus estava vazio já que eu havia escolhido o horário do início da madrugada. Dormi um tanto de tempo (que eu não sei precisar exatamente o quanto) e acordei com alguém se sentando do meu lado. Olhei para o lado e havia uma mulher de por volta de seus cinqüenta anos. Ela me olhou de volta. Reparei que ela me pareceu estar pálida, abatida ou mesmo doente. Fechei os olhos para dormir de novo e senti que ela colocava a mão no meu braço, como quisesse me chamar. Abri os olhos de novo e não havia ninguém do meu lado. Só ficou aquela sensação do toque no braço. Não conseguia dormir mais. Mas fiquei de olhos fechados por um bom tempo. Senti de novo como se sentassem do meu lado de novo. Abri os olhos e assustado reparei que era a mesma mulher, mas ela estava sentada no banco do outro lado do corredor. E então, em um segundo, ela desapareceu diante dos meus olhos. Não tive mais coragem de dormir.Fiquei com uma sensação muito ruim, um mal estar muito forte, até descer daquele ônibus.

Relato do Marcelo – Cuiabá - MT

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Proteção na Encruzilhada???


Encruzilhada
Em 1963 à 1965 trabalhei em Porto Alegre, como policial civil, e morava na divisa de N. Hamburgo com Estancia...voltava de POA à N. H. após a meia noite e tinha que caminhar 3 km a pé, pela BR 116. No trajeto de N.H. e Estancia Velha tem eucaliptos ainda hoje..La tinha sempre um despacho, com velas, charutos e bebidas. Na época eu era fumante, ia lá e via se o charuto era bom, pegava os dos pacotes e deixava os soltos..Acendia um na vela do despacho, sacava meu revolver e dizia: irmãozinhos, peçam charutos bons não esse Colombo. Cada tragada um tombo. Depois girando minha arma no dedo indicador, tal como os mocinhos de Faro-West dizia: -  fica ai se não levam chumbo, e seguia caminho, fumando e assoviando. Na época eu nem acreditava em espíritos e não sabia nada sobre o assunto. Numa noite dessas havia um baile e lá cheguei para comer algo. Um rapaz me disse?:-Alemão me da um cigarro? Eu falei:- só tenho charuto. Ele falou:- esses que você ajunta lá no sarava quero não. Eu disse:- senta e me conta essa historia..ele então falou que lá naquele local bandidos estavam de tocaia atrás dos eucaliptos para me matar...e não vieram por que viram o que eu tinha feito e quando puxado a arma acharam que eu me estava referindo a eles e assim desistiram de me atacar...será que foram os espíritos que me protegeram? Será que por isso eu deixei de fumar e trabalhei um tempo na Umbanda?
Relato do Waldi - RS

Castigo do Cemitério

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A gente morava em uma cidade do interior bem pequena. Um dia, eu e meu primo Michel resolvemos ir passear no cemitério. Ficamos andando pelos túmulos, olhando as lápides, fazendo as contas de quando as pessoas haviam morrido e com que idade morreram. Estava tudo calmo e tranquilo, até que meu primo resolveu brincar. Ele passou em um túmulo que tinha a foto de um menininho de uns quatro anos. Neste túmulo alguém tinha colocado um carrinho de brinquedo e o Michel pegou o carrinho. Falei para ele colocar de volta, mas ele ficou rindo e brincando com o carrinho em cima do túmulo. O Michel, no final, deu um chute no carrinho que foi para longe. 

Eu fiquei muito chateada com o que ele tinha feito e fui até onde o carrinho tinha parado. Peguei o carrinho que estava todo quebrado, dei uma arrumada (do jeito que deu) e coloquei de volta onde tínhamos achado. Na hora em que coloquei o carrinho no lugar, me deu uma sensação muito ruim. Me deu uma raiva do Michel, uma vontade de agredi-ló, de xingá-ló. Mas eu me controlei. No mesmo momento, o Michel caiu para frente, bateu em um desses vasos de cerâmica e se machucou todo. 

Ele falou para mim que sentiu alguém empurrar pelas costas, por isso tinha caído. Ajudei ele se levantar e fomos muito assustados para a saída. Quando estávamos chegando quase no portão, o Michel caiu de novo. Não se machucou mas levantou e saiu correndo, me deixando para trás.

Nos dias seguintes, minha tia ficou preocupada porque a mão que o Michel tinha cortado no cemitério não sarava. Minha tia o levou em um senhor que benzia porque a pomada e os remédios que o médico tinha receitado, não estavam fazendo efeito. O senhor logo que olhou meu primo falou que tinha um menino seguindo a ele. Disse que era um menino que estava dizendo que meu primo tinha estragado as coisas dele e que estava bravo. O senhor disse que a mão dele não sarava porque o menino não deixava. O senhor benzeu meu primo e acalmou o espírito do menino. Só aí é que o Michel sarou da sua mão e nunca mais brincou daquele jeito no cemitério.

Relato da Alessandra - Governador Valadares - MG

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

A Casa Assombrada – 4º Relato Vanessa

 

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Me lembrei de um fato hoje que aconteceu em 1990. Eu morava em Mogi Guaçu, sim se observarem os meus relatos poderão ver que mudávamos muito e normalmente sempre tinha a ver com espíritos. A casa era enorme, bonita e estranha, eu sempre sentia medo de ficar sozinha lá, nos fundos era um quintal grande com um cômodo trancado a esquerda e os muros eram maiores que o teto da casa porque era uma indústria os nossos vizinhos da direita. Logo de inicio o sótão era muito barulhento,minha mãe achava que eram ratos. Eu consegui pela primeira vez um quarto só para mim e lá já havia uma cama e uma cômoda, eu estava feliz muito feliz meus irmãos também por não ter mais a menina no quarto deles. Meu pai só vinha em casa nos fins de semana ficávamos sozinho com minha mãe quando tudo começou. Foram os barulhos no sótão, as batidas na porta da cozinha. Dias depois os telefone tocava todos os dias a meia noite, como meu pai trabalhava em outra cidade achávamos no começo que fosse ele. Ninguém falava só respirava e tinha ruídos de arrepiar, eu mesma já tinha atendido inúmeras vezes. Começamos a desligar o aparelho porque ele tocava ate a uma da manha, mas foi o pior. Foram passos no corredor de fora da casa, batidas furiosas na porta e janela da sala pensamos até que fosse ladrão. Detalhe, eu não via espíritos ainda nesta época. Fiquei sozinha um dia coisa rápida e foi a primeira vez que eu ouvi e vi um espírito, corri para a calçada e lá fiquei parada em choque. Logo depois as coisas não aconteciam mais na casa toda e sim só no meu quarto. Alguma coisa batia com tanta força e raiva na minha janela toda madrugada,fazia um grito como se fosse um tigre era um rosnado terrível e feroz, gato com certeza não era. No começo eu me recusava a sair e me escondia nas cobertas mas a cômoda começou a mexer as gavetas sozinha ai saia correndo para a minha mãe. Foi se sucedendo por meses me deixando apavorada, minha mãe ouvia meus gritos eu não podia mais dormir estava enlouquecendo ali era uma sensação horrível lembro-me ate hoje. Meus pais foram falar com a proprietária que queriam cancelar o contrato e explicaram o porque. Sei que ela pegou uma chave em suas mãos e logo que eu olhei a chave antiga vi um brilho verde nela, ela disse que ia mais tarde lá para conversar e para retirar umas coisas. Nesse dia meu irmão mais velho por curiosidade subiu ate a porta externa do sótão e quando ele abriu a pequena porta vi uma luz verde enorme sai do fundo e quando ela saiu para fora foi um enxame de abelhas que atacou meu irmão o fazendo cair, não lhe aconteceu nada e nem vimos as abelhas depois disso. No mesmo dia a pessoa com a chave retornou mais tarde e foi abrir o cômodo eu fui atrás porque estava muito curiosa para saber o que havia lá. Ela abriu eu entrei na frente e gritei apavorada. Havia móveis, jóias, roupas e um enorme quadro quase do meu tamanho com a imagem de uma senhora terrivelmente me encarando com um sorriso macabro. Era ela! Eu a vi naquele dia que fiquei sozinha e já havia sonhado com aquela velha brava e me mandando embora. Ela tinha falecido de câncer no quarto onde eu estava dormindo. A cama que eu estava dormindo pertencia a ela e a cômoda também, o telefone ainda era o mesmo quando ela morava lá. Eu piorei e as batidas horripilantes na janela não cessavam, os telefones e os passos eram todas as noites. Mudamos de lá logo em seguida, ficamos na casa apenas 6 meses, foi logo depois que minha mãe teve que me levar pela primeira vez em um centro espírita para aconselhamento. Hoje moro próximo a casa e já fui vê-lá duas vezes, reformaram a casa mesmo assim não me sinto bem olhando para ela, então decidi deixa-lá para trás.

Relato da Vanessa – Mogi-Mirim

domingo, 3 de outubro de 2010

O Homem Misterioso

 

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Desde pequena eu via coisas paranormais mas teve uma noite que foi diferente. Eu tinha acabado de comer e eu fui ir no quarto que fica embaixo na casa e da janela do quarto eu vi um homem.Eu me senti tensa.. fiquei com muito medo. Mas mesmo sabendo que ele não iria me machucar, pois eu via ele todo dia, sempre no mesmo lugar. E de noite eu sentia ele no meu quarto, tentando se comunicar. Eu rezava sempre mas nunca adiantava. Até que um dia meu irmão acordou e me disse que sonhou que ele saiu do corpo dele e foi até a escada de minha casa e viu esse tal senhor. Quando ele o viu ele disse para ir embora com delicadeza. Ele disse que o senhor estava me assustando. No dia seguinte, eu parei de ver esse senhor.

Depois de muito tempo, já estava tudo calmo . Eu estava mexendo no Computador de minha mãe e eu vi uma foto desse senhor, ela e um garotinho; aí eu fiquei apavorada . Disse a ela que era ele que eu via! Ela virou para mim e disse : 

-Minha filha, mas esse ai é o meu tio Sydeh que já faleceu a muito tempo ! 

Bom, a ultima vez que o vi, ele estava muito bem com roupas limpas e com uma aura ótima. Ele chegou e disse assim para mim:

- Acalme-se,  eu sou o tio de sua mãe e só precisava de ajuda. Eu era viciado em álcool e não conseguia ir embora daqui. Precisava me comunicar com alguém e a única pessoa que eu conseguir era você. Não vou te machucar, só vim informar que estou bem agora. Sou médico lá no plano espiritual e vim dizer que vou te deixar em paz. Adeus e fale isso a sua mãe. Diga desculpas por tudo e que mandei beijos e um belo adeus. Quem sabe a gente se encontra de novo por aí!

Relato de Giulia

sábado, 2 de outubro de 2010

O Amigo

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Eu trabalhava há tempos atrás em uma firma na qual tinha um amigo que havia me ajudado muito. Entrei para esta empresa sem saber muito do serviço e esse amigo chamado Leônidas, que já era um funcionário antigo, me ensinou bastante e me deu muita força. Por ser mais velho, na verdade já um senhor, era quase um pai para mim.

Cheguei para trabalhar e passei pela máquina que o Leônidas trabalhava e falei um bom dia apressado a ele. Ele acenou de volta, mas seu ar meio esquisito, meio triste, me fez parar antes que eu chegasse na máquina que eu trabalhava. Dei meia volta e cheguei, depois de alguns poucos passos,ao lugar onde ele deveria estar. Ele não estava mais lá. Bom, talvez tivesse ido tomar um café, eu pensei. Voltei para a minha máquina e comecei meu trabalho como fazia todo dia.

Foi então que um dos encarregados, passou por mim e me olhando desconfiado, falou:

- Você vai ficar trabalhando??

- Vou, por quê?

- Logo você que era tão amigo não vai no velório do Leônidas?

Eu não sabia nem o que falar. Tinha visto o Leônidas na máquina dele não fazia nem cinco minutos. 

Fiquei sabendo que ele tinha falecido de ataque cardíaco na madrugada anterior a este dia. Jamais poderia ter estado ali, naquela hora, senão de outra "forma"

 

 

Relato do Carlos – Sertãozinho – S.P.
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