Olá Visitante. Seja-bem vindo ao nosso Blog!

Neste espaço você poderá discutir assuntos interessantes, escrever o seu relato sobrenatural, tirar dúvidas, enfim, dar a sua opinião. Obrigado pela sua visita!

Visite também nosso site: Paranormal Praxis

Related Posts with Thumbnails

domingo, 7 de novembro de 2010

O Cavaleiro

cavaleiro

Isso aconteceu com minha tia. Quando ela era pequena, morava na cidade de Conceição do Mato Dentro em Minas Gerais. Ela conta que brincava de narrar jogo de futebol na rua, já tarde, deveriam ser umas 23h e tanto ou quase meia noite. Uma parente dela viu a bagunça de minha tia, que estava sentada na janela de casa, e a de suas amigas na rua, e, então, sua parente disse: "Pare de incomodar quem quer descansar." Ou seja ela estava falando das almas. Minha tia e suas amigas não deram importância. Foi quando a minha tia olhou para o poste em frente e viu um cavalo enorme branco e nele montado um homem, que era tão alto quanto o cavalo, e que sua cabeça ultrapassava as nuvens não dando para ver o rosto. Minha tia caiu para trás tentando olhar lá no alto.
Depois disso, diz minha tia, que ela e suas amigas nunca mais desobedeceram e ficaram na rua até tarde!!
Essa cidade é cheia de histórias interessantes.

Relato da Dannyzinha.

sábado, 6 de novembro de 2010

A Casa Fantasma – Parte 3

 

3147120

Estávamos todos apavorados com o que vinha acontecendo em nossa casa. Minha mãe, soubemos muito tempo depois, havia tido a mesma experiência que meu irmão, assim como, havia visto uma sombra negra em seu quarto. Ela tinha uma amiga que era sensitiva, médium e resolveu chama-lá para que viesse à nossa casa.

A amiga da minha mãe disse que a nossa casa havia pertencido a uma família, na qual o chefe de família era alguém muito maldoso. Era uma pessoa que maltratava, inclusive, a própria família. Além disso, era uma pessoa muito materialista e apegado à casa. Assim, era ela quem estava na nossa casa em espírito e seu desejo era nos mandar embora. Ela fez uma espécie de ritual para manda-ló embora, mas nada adiantou. Na verdade, a coisa piorou.

Começamos a encontrar objetos quebrados quase todos os dias, inclusive os que ficavam guardados em gavetas e armários onde ninguém havia mexido. Os barulhos, pancadas e ruídos começaram a acontecer toda noite e fim de tarde. Os "grunhidos" inexplicáveis também eram freqüentes e cada vez mais assustadores. Não sabíamos mais o que fazer.

Outra coisa que percebemos ter uma relação com os fenômenos paranormais é que cada vez era um de nós que caía doente em casa. Minha mãe começou a cogitar a idéia de nos mudarmos. Mas, não havia dinheiro para que pudéssemos fazer isso.

Eu mesmo, nem de dia ficava em casa. Também, não comentava com ninguém o que acontecia em casa. Tinha receio de que julgassem a mim e à minha família. Era uma pressão terrível sobre todos nós.

Aguarde a continuação.

Relato do Henry.

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

A Casa Fantasma – Parte 2

3147120

Depois da experiência traumática do meu irmão e a minha própria, por uns dias as coisas ficaram calmas. Contudo, depois de uns dez dias, eu estava sozinho em casa, fazendo um trabalho de escola na mesa da sala e vi passar para o corredor um vulto. Levantei da cadeira com medo e fui até lá. Não havia nada. Entrei no meu quarto e nada. Logo que verifiquei que no quarto da minha mãe também não havia nada, ouvi uma série de barulhos vindos da sala onde eu estivera antes. Barulho de coisas caindo. Corri para lá e vi que tudo o que estava em cima da mesa estava espalhado na mesa, diferente do que eu havia deixado. Os bibelôs da estante estavam todos no chão, alguns quebrados. Fiquei do lado de fora até meu irmão chegar, estava muito amedrontado.

Na mesma noite, estávamos todos dormindo e fomos despertados por um ranger de madeira. Foi alto o suficiente para que todos acordássemos. Mas nada descobrimos que identificasse de onde vinha o barulho. Deitamos de novo. De repente, meu irmão gritou. Ele explicou (depois que o acalmamos) que sentira mãos tocarem suas costas e fazerem pressão. Ele não estava dormindo no momento em que aconteceu e, quando sentiu a pressão nas costas, se virou e viu uma sombra escura em cima dele, como uma nuvem negra. 

Juntamos todos os colchões na sala. Eu, minha mãe e meu irmão estávamos apavorados.

Relato do Henry

BlogBlogs.Com.Br