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domingo, 31 de outubro de 2010

A Casa Fantasma - Parte 1

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Essa experiência que tive nesta casa que morei foi algo que durou muito tempo até que ficasse esclarecida. Assim como a história é longa e em muito colaborou para aumentar meu interesse no paranormal, decidi contar aos leitores deste blog em partes. Essa, então, é a primeira parte:

Eu morava com minha mãe e irmão (meu pai já era falecido) e graças a mudança de emprego da minha mãe, tivemos que nos mudar do local onde havia morado desde que nasci. Fomos para outra cidade, bem menor que a que morávamos e ocupamos uma casa nova e bacana. Na mesma semana que mudamos, já aconteceu alguma coisa de diferente. Estava deitado para dormir, e ouvi a porta do quarto abrir. Fiquei de olhos fechados, esperando pelo abraço que minha mãe me dava toda noite quando chegava do trabalho. Senti que sentaram na cama ao meu lado, como também um toque no meu ombro, como se uma mão me tocasse com relativo peso. Abri meus olhos e não havia ninguém no quarto. 

Na outra semana, meu irmão que havia arrumado um bico trabalhando em uma lanchonete, chegou em casa mais cedo e, passando pelo corredor defronte a porta da cozinha, ouviu ruídos lá que calculou ser minha mãe que chegara mais cedo. Entrou no banheiro a fim de tomar banho e continuou conversando com a "minha mãe" que, a ele parecia estar trabalhando na cozinha. Percebeu que ela respondia, mas ele não escutava. Gritou do banheiro que não escutava e ouviu uma espécie de grunhido vindo da cozinha. Colocou a cabeça para fora do banheiro e falou: 

- Mãe??? 

O mesmo grunhido. Aí ele ficou com medo. Teve certeza de que não era a minha mãe. Ele se trancou no banheiro e ouviu o mesmo murmúrio do lado de fora no corredor. Ficou lá trancado até a hora em que chegamos eu e minha mãe. Daí ele comentou conosco o que estava acontecendo.Ele estava apavorado.  Eu me senti também mais a vontade de comentar o que tinha ocorrido. Minha mãe já havia tido uma experiência sobrenatural na casa, mas para não nos assustar ainda mais ficou quieta.

Continua no próximo post do Henry...

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

O Fantasma do Carro – 4º Relato do Júlio César

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Eu estava com uma amiga indo de uma cidade a outra, levando-a para visitar parentes. Saímos além do horário previsto, ou seja, quando pegamos a estrada já era madrugada. Ela havia trabalhado o dia inteiro e estando muito cansada, resolveu cochilar um pouco. Eu fui dirigindo e percebi em algumas vezes, que ela estava agitada, mas creditei ao desconforto do banco do passageiro. Comecei a sentir um pouco de frio, apesar de estar bem quente o clima naquele dia. Resolvi pegar uma blusa que mantinha no porta-malas do carro e assim, parei no acostamento. Desci, apanhei a blusa e voltei ao carro. Foi quando olhei no retrovisor, com a finalidade de ver se podia retornar à estrada. Vi, sentado atrás da minha amiga um senhor de cabelos grisalhos, magro. Uma das mãos dele estava em cima do encosto de cabeça do banco dela. Virei para trás e o homem sumira, conferi no retrovisor e nada. No mesmo momento, ela acordou sobressaltada. Assustamos ambos.

Comentei com ela o que havia acontecido, já que ela é espiritualista. Ela reclamou do frio, como eu havia sentido. Momentos depois, a sensação de frio também desaparecera. Chegando à cidade de destino e à casa de seus familiares, percebemos que algo não estava bem. Mesmo sendo de madrugada, havia muita gente defronte a casa. Ficamos sabendo, então, que o tio dela havia sofrido um acidente vascular cerebral e infelizmente, falecido. Creio que você sabe qual era a aparência do tio dela, correto?

Relato de Júlio César – Assis - SP

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Fantasma na janela

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Olá!!! A alguns anos atrás, estava fazendo café pela manhã e passou em frente à janela uma pessoa, que eu achei que fosse meu ex-cunhado, virou, fez sinal de positivo e eu fui abrir a porta, mas não havia ninguém , nem rastros, pois havia garoado e geralmente ficam marcas quando alguém anda sobre ela.Na hora do almoço perguntei se ele havia estado em minha casa e ele disse que não, inclusive estava com uma roupa diferente da pessoa q eu havia visto. Esse foi um dos casos, inclusive aconteceu tambem com fotos. Abraço

Relato de Maria Helena.

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